segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Yoo Young-chul

Yoo Young-chul ou Yoo Young-cheol nascido em Hangul, em 1970 é um assassino em série sul-coreano e canibal confesso. Embora ele tenha admitido que matou 21 pessoas, a maioria prostitutas e homens ricos idoas, o Tribunal Distrital Central de Seul o condenou por 20 assassinatos (num caso ele foi absolvido por falta de provas). Yoo queimou três e mutilou pelo menos 11 de suas vítimas, admitindo que comeu o fígado de algumas delas. Ele cometeu seus crimes entre setembro de 2003 (mês em que foi libertado do Centro de Detenção de Jeonju onde cumpria pena por roubo e estupro) e julho de 2004 (quando ele foi preso novamente). Enquanto cumpria pena por roubo e estupro, Yoo estudou a vida e os crimes de Jeong Du-young, outro serial killer que matou nove vítimas ricas em Busan, Ulsan e outras cidades da província de Gyeonggi de junho de 1999 a abril de 2000. Os assassinatos cometidos por Jeong eram simplesmente parte de seus roubos durante o dia. No momento de sua captura, ele falou que tinha um desejo de roubar casas que eram equipados com câmeras de segurança. Mais tarde, ele disse: "Eu devo ter o diabo dentro de mim." Ele entrava nas residências ricas, e se uma pessoa estivesse em casa, ele mataria a facadas. Não deixava testemunhas. Durante sua farra de roubos e assassinatos, Jeong fez uma mulher de refém, roubou treze casas e matou nove pessoas. Algumas dessas vítimas eram pessoas idosas. Ele acumulou cerca de US $ 100.000 em seu assaltos. Jeong Du-young tinha 31 anos quando começou os seus dez meses de matança, assim que foi libertado da prisão. Seguindo a história de Jeong, Yoo colocou nos ricos a culpa de tudo o que estava errado com a sociedade coreana e dos fracassos em sua vida. Ele iria caçar eles como um cão. Ele planejava matar mais de cem pessoas. As investigações policiais dos assassinatos em série de Yoo Young-chul revelaram mais tarde que ele era um homem metódico. Sua premeditação foi extraordinária e sua atenção aos detalhes foi incrível. Yoo explicou seus motivos na frente de uma câmera de TV dizendo que "As mulheres não devem ser vagabundas e os ricos devem saber o que fizeram." Ele foi condenado à morte em 19 de junho de 2005 pelo Tribunal Supremo. O caso dele, que chocou os sul-coreanos, tem alimentado o debate sobre a pena de morte na Coréia do Sul. Embora a pena de morte ainda seja permitida pela lei, não tem sido realizada desde 1997. Muitos queriam o fim da pena capital antes da prisão de Yoo, mas o apoio à pena de morte tem crescido desde a sua detenção. O Tribunal Distrital Central de Seul, disse: "O assassinato de mais de 20 pessoas sem precedentes no país é um crime muito grave. A pena de morte é inevitável para Yoo à luz das enormes dores infligidas às famílias atingidas e de toda a sociedade."

O filme The Chaser (추격자, Choo-gyuk-ja) baseia-se nesses acontecimentos.

Tsutomu Miyazaki


Tsutomu Miyazaki nascido em 21 de agosto de 1962, também conhecido como O Otaku Assassino, O Assassino de Menininhas, O Monstro de Saitama e Drácula era um assassino em série japonês. O seu nascimento prematuro o deixou com as mãos deformadas, para poder mover as mãos tinha que mover o braço inteiro porque o punho não girava. Era um ótimo aluno, mas na juventude seu desempenho começou a cair brutalmente. Em vez de estudar Inglês e se tornar um professor como ele pretendia inicialmente, ele participou de uma faculdade local e estudou para se tornar um técnico de fotografia. Entre 1988 e 1989, Miyazaki mutilou e matou quatro meninas, com idades de quatro até sete anos. Depois ele molestou sexualmente os seus cadáveres e bebeu o sangue de uma vítima e comeu sua mão. Durante o dia, Miyazaki era um garçom. Nas horas vagas, ele selecionava crianças para matar aleatoriamente. Ele aterrorizou as famílias de suas vítimas, enviando as pessoas cartas lembrando com detalhes o que tinha feito aos seus filhos. Para a família da vítima Erika Nanba, Miyazaki enviou um cartão postal mórbido montado com palavras recortadas de revistas, soletrando: "Erika. ..Frio... Tosse... Garganta... Descanse...Morra". Ele deixou o corpo de sua primeira vítima, Mari Konno, se decompondo nas montanhas perto de sua casa, depois, arrancou as mãos e os pés e guardou em seu armário, que foram encontrados após sua prisão. Ele carbonizou os ossos restantes em sua fornalha, pegou o pó, e enviou para a família da menina em uma caixa, juntamente com várias fotos de seus dentes, de suas roupas e um cartão postal: "Mari... Cremada... Ossos... Investigue... Prove.” A polícia descobriu que as famílias das vítimas tinham algo em comum: todos tinham sido perturbados por telefonemas estranhos. O telefone tocava, mas quando era atendido, quem estava do outro lado (presumidamente Miyazaki) não dizia nada, se não fosse atendido, por vezes o telefone tocava durante 20 minutos.Em 23 de julho de 1989, Miyazaki, enquanto espionava uma menina numa escola primária perto de sua casa, foi atacado pelo pai da garota. Miyazaki fugiu a pé, mas voltou ao local para pegar seu carro, quando foi preso. Uma busca policial em seu apartamento de dois quartos localizou uma coleção de 5.763 fitas de vídeo, contendo alguns animes e filmes sangrentos. Intercaladas entre eles estavam os vídeo com as filmagens e as fotos de suas vítimas. Ele era grande fã de filmes de terror e tinha uma extensa coleção do gênero. O centro de sua coleção foram os primeiros cinco filmes da série Cobaia, ele teria usado o segundo filme da série, intitulado Flor de Carne e Sangue, como modelo para um de seus assassinatos. Miyazaki manteve uma atitude calma durante seu julgamento, parecia indiferente à sua captura.Em 1989, ele passou a ser conhecido como "O Otaku Assassino". Otaku é uma espécie de sinônimo para fã para os japoneses. Seus crimes bizarros alimentaram um pânico moral contra Otaku. Após prisão de seu filho, o pai de Miyazaki, que se recusou a pagar a sua defesa legal, cometeu suicídio em 1994.Miyazaki falava coisas absurdas durante seu julgamento, que começou no dia 30 de março de 1990. Ele atribuiu a culpa sobre as atrocidades a um homem "rato", seu alter ego, um personagem de uma espécie de desenho animado para o órgão jurisdicional. Miyazaki permaneceu encarcerado durante os anos 1990, enquanto a Prefeitura de Saitama colocou ele em diversas avaliações psiquiátricas. As equipes de psiquiatras da Universidade de Tóquio diagnosticaram Miyazaki como portador de transtorno dissociativo de identidade (personalidade múltipla) ou de esquizofrenia extrema. No entanto, o tribunal distrital de Tóquio considerou que ele era consciente da gravidade e das conseqüências de seus crimes, assim, foi responsável por eles, condenado à morte por enforcamento no dia 14 de abril de 1997. Sua morte foi confirmada pelo Tribunal Superior de Tóquio, em 28 de junho de 2001, e na Corte Suprema de Justiça em 17 de janeiro de 2006. Ele descreveu seus assassinatos em série, como um "bom trabalho" e nunca se desculpou. Miyazaki foi enforcado no dia 17 de junho de 2008.

O livro Mの時代 (M no jidai), de Akio Nakamori
baseia-se nesses acontecimentos.


domingo, 23 de agosto de 2009

Gilles de Rais

Gilles de Montmorency-Laval, Gilles de Rais, ou Gilles de Retz nascido em10 de Setembro de 1404, foi um nobre francês e soldado que lutou em diversas batalhas ao lado de Joana D'Arc contra os ingleses.Ficou conhecido por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças. Juntamente com Erzsébet Báthory, aristocrata húngara que agiria no século seguinte, ele é considerado por alguns historiadores como precursor do assassino em série moderno. Barba Azul, como era conhecido, nasceu em Machecoul, próxima a fronteira com a Bretanha. Seu pai foi Guy de Montmorency-Laval e sua mãe era Marie de Craon. Ele tinha um irmão, René de Susset, com o qual foi muito unido em sua infância. Fooi uma criança inteligente, falando, inclusive, latim fluentemente. Após a morte de sua mãe e, posteriormente, a trágica morte de seu pai, os dois irmãos ficaram sob a tutela do avô materno, Jean de Craon. Ele ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder, o orgulho, o que fez com que moldasse a personalidade de Gilles. Mas no começo, Jean dava muito mais atenção ao irmão de Gilles, o que fez com que esse vivesse fechado na biblioteca da casa. Lá ele encontraria seu alter ego e heróis em livros sobre Roma antiga. Ele via como os antigos imperadores romanos eram poderosos, ricos e matavam sem dever explicações a ninguém. Aos 14 anos, seu avô lhe deu uma grande armadura milanesa e o proclamou cavaleiro. Cedo já manejava uma espada e destruía seus bonecos de treino e já demonstrava sua agressividade. Primeiramente com animais, mas logo com seres humanos. Aos 15 anos, cometeria seu primeiro assassinato. Ele chamou seu amigo Antoin para um duelo, que este pensava ser inofensivo. No entanto Gilles levou o duelo a sério e acabou atingindo Antoin com a espada, que agonizou até a morte. Nessa ocasião ele não foi sequer acusado, pois era nobre e Antoin por sua vez, era de origem humilde. Sua enorme agressividade o levou a entrar para a carreira militar, na qual poderia descontar a fúria nos inimigos. Lutava sempre na vanguarda dos soldados (tropas pagas por ele) contra os ingleses, e parecia outra pessoa quando lutava, tamanha era sua habilidade. Após uma das campanhas ele se casou com Catherine, que era de uma casa nobre da Bretanha, em 1420. Em 1429, Catherine daria à luz a única filha do casal, Marie. Porém Gilles dizia não amar a esposa e posteriormente, ficava evidente o caráter de bissexualidade do homem. Mais tarde, Gilles lutaria ao lado de Joana D'Arc, pela qual possuía uma estima muito grande, novamente contra os ingleses, retornando vitorioso a Paris. Com o passar do tempo, as derrotas contra os ingleses (na batalha de Patay) e, posteriormente a morte de sua 'deusa' Joana D'Arc, tornaram Gilles cada vez mais triste e sombrio. Ele chegou a declarar que não tinha mais vontade de viver, pois essa morrera com Joana D'Arc. Deixou a vida militar e refugiou-se na Bretanha Francesa, mais precisamente no castelo de Tiffauges, onde seus demônios e sentimentos mais perversos afloraram. A mente do ex-comandante ficara ainda mais confusa com as tragédias da guerra e a morte de seus camaradas. Nessa altura ele já havia se separado de sua esposa Catherine. Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que recordavam suas campanhas com Joana D'Arc e em festas para seus estranhos amigos e conselheiros. As bizarrices, porém, ocorriam a noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, previamente seqüestrados por “bruxas”. Para se defender de acusações de que os meninos seqüestrados eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres. Ele utilizou além do castelo de Tiffauges, o castelo de Machecoul e a casa de Suze para cometer seus delitos. Tudo acabaria em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento (altamente detalhado nas escritas do século XV), ele se declarou, a princípio, inocente. Entretanto, em um de seus transtornos de personalidade, dos quais já sofria há anos, ele assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior. No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus “colaboradores” foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados. Diz-se que Gilles evocou o Diabo diversas vezes uma vez que queria ser o homem mais poderoso da França, contudo o seu pedido foi sempre recusado. Tornou-se num serial killer e foi executado.

Biografia Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Parte 6 Parte 7 Parte 8

Os livros Gilles de Rais, de Jacques Heers e Gilles & Jeanne, de Michel Tournier, citam fatos relacionados a esses acontecimentos.

Raya e Sakina


Raya e Sakina foram as mais famosas serial killers do Egito, começaram a matar mulheres da bairro de Labban na Alexandria, no início do século 20. A polícia foi atormentada por crescentes relatos de mulheres desaparecidas. Detalhes comuns nos relatos incluíam: sexo das pessoas desaparecidas (todas do sexo feminino), as mulheres desaparecidas eram conhecidas por usar jóias de ouro e eram conhecidas por sempre andar com uma quantia considerada grande de dinheiro. Outro detalhe comum foram os relatos de que muitas das mulheres desaparecidas foram vistas pela última vez com uma mulher chamada Sakina. Sakina foi interrogada diversas vezes por causa dos relatos, mas ela conseguiu se desviar das suspeitas sobre seu envolvimento.A manhã do dia 11 de dezembro de 1920 testemunhou a descoberta de restos humanos ao lado de uma estrada, o corpo foi destruído de forma que tornou impossível o reconhecimento, exceto o cabelo longo, todas as partes do corpo foram separadas umas das outras. Havia também um pedaço de pano preto e um par de meias listradas preta e branca junto com o corpo, mas que não ajudou a identificá-lo. O segundo incidente, na mesma época, em dezembro, ocorreu quando um homem quase cego relatou a descoberta de restos mortais humanos no chão de seu apartamento, enquanto estava consertando um cano de água. Os resultados forneceram a prova que faltava em relação aos homicídios no bairro Labban.Após investigação, constatou-se que Paulo e Sakina alugavam a casa, onde os corpos foram enterrados, no momento em que as mulheres e meninas desapareceram.Raya e Sakina e seus maridos foram julgados por assassinato. Todos os quatro foram condenados e sentenciados à morte em 16 de maio de 1921. Raya e Sakina se tornaram as primeiras mulheres egípcias a serem executadas pelo estado moderno do Egito.

Os filmes ريا و سكينة ( Raya wa Sakina) de 1953 e ريا و سكينة (Raya and Sakina) de 1983 baseiam-se nesses acontecimentos.

A série ريا و سكينة (Raya wa Sakina) baseia-se nesses acontecimentos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Donato Bilancia



Donato Bilancia, nascido em Potenza em 10 de julho de 1951, é um serial killer italiano, condenado a 17 penas de prisão perpétua por ter cometido uma série de 17 assassinatos entre 1997 e 1998, em Ligúria e Piemonte meridional. Nascido na província de Potenza, em 1956 ele se mudou com sua família para Gênova. Cresceu tendo um relacionamento difícil com sua mãe, seu pai e seu irmão, logo começou uma carreira de ladrão de pequenas coisas, como ele mesmo se descreveu. Com 15 anos, teve o primeiro problema com a lei, em 1974 teve uma prisão em flagrante ( por roubo, neste caso) e por assalto em 1976 (em seguida, conseguiu escapar da prisão). Em 1987, seu irmão se suicidou se atirou com seu filho bebê na frente de um trem na estação ferroviária de Gênova Pegli, foi um motivo para ampliar definitivamente seu transtorno mental. Em 1990, ele foi vítima de um acidente de trânsito e, com 18 anos, em 1972, permaneceu em coma por vários dias. A profissão de ladrão juntou-se ao vício do jogo, como ele declarou mais tarde à polícia para ganhar (mas perdeu) muito grandes somas em uma única noite, mas sempre se manteve fiel aos princípios éticos, pagando sempre suas dívidas e nunca deixando de manter sua palavra. Nas casas de jogos clandestinos ele era conhecido pelo nome de "Walter". Em 16 de outubro de 1997 Bilancia matou Giorgio Centanaro em sua casa, por estrangulamento com fita adesiva. O crime, contudo, foi apresentado como morte por causas naturais, já que não havia provas de que se tratava de um assassinato. Bilancia confessou o assassinato após se preso, disse que matou Centanaro porque tinha sido enganado por ele no jogo de cartas. Em 24 de outubro de 1997, ele matou Maurizio Parenti e sua esposa Carla Scotto na casa deles, pelo mesmo motivo, pensando que Parenti e sua primeira vítima Centanaro eram parceiros de jogo. Ele fugiu de casa com 13 milhões de liras italianas (cerca de 6.500 euros ou 9.500 dólares americanos) e alguns itens valiosos.Em 27 de outubro de 1997, ele matou Bruno Solari e sua esposa Maria Luigia Pitto na tentativa de assaltar a casa deles. Em 13 de novembro de 1997, matou Luciano Marro, um doleiro, em Ventimiglia e fugiu com 45 milhões de liras italianas (cerca de 22.500 Euros, ou 33,000 dólares americanos). Em 25 de janeiro de 1998, ele matou Giangiorgio Canu, um guarda de segurança, em Genova e mais tarde afirmou que seu único motivo era a sua intenção de se vingar dos policiais. Depois começou uma série de assassinatos de prostitutas. Em 9 de março de 1998, Bilancia morto a tiros Stela Truya, uma prostituta albanesa, em Varazze.
Em 18 de março de 1998, ele matou prostituta ucraniana Ljudmyla Zubskova em Pietra Ligure, com uma bala na cabeça. Em 20 de março de 1998, ele roubou e matou outro doleiro, Enzo Gorni, novamente em Ventimiglia. O irmão da vítima na testemunhou que viu Bilancia escapar em uma Mercedes preta.Em 24 de março de 1998, Bilancia tentou matar transexual "Lorena" Castro em Novi Ligure, mas Castro descobriu as suas intenções e fugiu com a ajuda de dois seguranças que estavam patrulhando a área. Bilancia imobilizou ambos os guarda a tiros, ao se aproximar de Castro atirou no peito e na cabeça, mas não matou. Depois, ele voltou aos guardas feridos, Garillo Massimiliano e Rando Candido e executou com balas em suas cabeças. Em 29 de março de 1998, ele matou prostituta nigeriana Tessy Adobo em Cogoleto.Este assassinato representa o ponto de virada na investigação, já que o crime estava sendo ligado ao assassinato de Stela Truya e, posteriormente, os assassinatos das outras prostitutas. Os estudos balísticos em Parma revelaram que a arma utilizada foi à mesma. Quando a polícia começou a investigar o perfil mais detalhadamente, Bilancia alterou o seu modus operandi. Um detalhado perfil criminológico foi estabelecido principalmente graças ao depoimento de Castro, a testemunha sobrevivente, que pode contribuir de informações precisas sobre a Mercedes preta de seu agressor, bem como inúmeros detalhes a respeito de sua aparência, que levou à emissão de um semblante preciso do "Monstro". Em 12 de abril de 1998, Bilancia usou suas habilidades de assaltante assaltou o Hotel Spezia-Venezia InterCity, no banheiro ele matou a turista Elisabetta Zoppetti . Em 14 de abril de 1998, ele matou outra prostituta, Kristina Valla.Em 18 de abril de 1998, ele matou Maria Angela Rubino, que era passageira em um trem entre Genoa e Ventimiglia, e se masturbou no seu cadáver. O caso do “Monstro de Liguria” imediatamente se tornou notícia nacional na Itália, na televisão e nos jornais. A intensa investigação da polícia sobre os assassinatos em série alimentou ainda mais o interesse do público. Naquele momento, dois suspeitos foram investigados, mas em última análise, nenhuma deles teve qualquer envolvimento no caso. Enquanto isso, a polícia se manteve procurando os dois carros usados pelo assassino, um Mercedes preto e um Kadett branco. Então, em 21 de abril de 1998, Bilancia roubarou e matou sua última vítima, o atendente do posto de gasolina Giuseppe Milato, em Arma di Taggia.O ponto decisivo na investigação veio quando a polícia registraou um relatório sobre o roubo de uma Mercedes preta, que havia sido dada a um homem para fazer um test drive, mas nunca foi devolvida. Ao verificar o receptor do veículo, a polícia encontrou uma correspondência quase perfeita entre Bilancia e o retrato falado estabelecida com a ajuda de Castro. Além disso, a comparação das listras dos pneus encontradas em algumas das cenas dos crimes com as da Mercedes apreendida produziram resultados idênticos, como fizeram comparações com o DNA de Bilancia (coletadas de pontas de cigarro e de uma xícara de café), com traços de DNA do assassino coletados no local dos crimes. Donato Bilancia foi preso em 6 de maio de 1998, e, após alguns dias, fez uma confissão espontânea de todos os assassinatos, incluindo a morte de Giorgio Centenaro, que anteriormente tinha sido julgada como uma morte natural. Em seu apartamento foram encontrados vídeos pornô, seringas, uma estátua de um pênis. Em 12 de abril de 2000, o juiz pronunciou a sentença em Genova, Bilancia foi condenado a 17 penas de prisão perpétua por 17 assassinatos e 16 anos de prisão por tentativa de assassinato de “Lorena” Castro, mais tarde ele tentou um recurso e perdeu. Ele ainda está cumprindo pena de prisão, em Pádua.

Biografia Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Parte 6

O filme L'ultima Pallottola baseia-se nesses acontecimentos.

O livro Diciassette omicidi per Caso. Storia vera di Donato Bilancia, il serial killer dei treni.


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Cayetano Santos Godino

Cayetano Santos Godino nasceu em Buenos Aires, Argentina em 31 de outubro de 1896 era também conhecido como "Petiso Orejudo" ("Anão Orelhudo"), foi um assassino em série que apavorou Buenos Aires, com apenas 16 anos. No início do século 20, ele foi o responsável pelo assassinato de quatro crianças, a tentativa de assassinato de mais sete crianças e ao incêndio de sete construções. Era um dos oito filhos de Fiore Godino y Lucía Ruffo, imigrantes da Calábria. Seu pai, era alcoólatra e abusivo. Ele contraiu sífilis antes de Godino era naser, causando a ele sérios problemas de saúde infantil. Dos cinco aos dez anos Cayetano passou por muitas escolas, porque sempre era expulso. Em 28 de septiembre de 1904, com apenas sete anos ele cometeu seu primeiro delito: levou Miguel de Paoli, um menino com menos de 2 anos de idade a um terreno baldio onde estava o espancando até ser detido por um policial. Em 1905, e com o mesmo modus operandi, Cayetano levou sua vizinha Ana Neri, também com menos de 2 anos de idade, a um terreno baldio onde começou a golpear a cabeça da menina com uma pedra. Por sorte mais uma vez apareceu um policial. Ele foi detido, mas foi liberado na mesma noite. Em março de 1906, voltou a levar uma menina a um terreno baldio onde tentou estrangular ela e então enterrou ela viva. Foi sua primeira morte. Com 10 anos Cayetano passava o tempo torturando animais e se masturbava compulsivamente, não sabendo o que fazer com ele, seus pais disseram à polícia, resultando em um período de dois meses em uma prisão juvenil. Em 9 de setembro de 1908 tentou afogar Severino González Caló, de menos de 2 anos, mas novamente foi detido a tempo e liberado no dia seguinte. Em 15 de setembro, tentou queimar as pálpebras de Julio Botte, também com menos de 2 anos, mas desta vez conseguiu escapar. Em 6 de dezembro, os pais o levaram até a delegacia , mas desta vez ele ficou três anos trancado na Colônia Juvenil Marcos Paz, mas, a pedido de seus pais foi libertado em 23 de dezembro de 1911. Em 17 de janeiro de 1912, Godino tocou fogo em um depósito na Rua Corrientes. Quando foi preso, ele disse à polícia: "Eu queria ver os bombeiros trabalhando. É bom poder ver como eles caem no fogo."Em 26 de janeiro de 1912 foi encontrado morto em uma casa desocupada Arturo Laurona, de 13 anos. Em 7 de março desse mesmo ano, Godino incendiou o vestido de Reyna Vainicoff, de 5 anos, que não se recuperou e faleceu alguns dias depois. No final de setembro, tocou fogo em uma estação de trem, incêndio que foi controlado pelos bombeiros. Em 8 de novembro tentou estrangular Roberto Russo, mais uma vez foi detido. Desta vez foi processado por tentativa de homicidio, mas foi liberado por falta de provas. Em 16 de novembro ele agrediu Carmen Ghittoni, mas só causou feridas leves a ela, Cayetano foi detido por um policial. Em 20 de novembro ele sequestriu Catalina Neolener, que começou a gritar e alertou um vizinho que conseguiu a socorrer. No fonal de novembro ele incendiou dois galpões, que foram rapidamente apagados.Em 3 de dezembro de 1912 ele viu Jesualdo Giordano brincando na frente de sua casa e se ofereceu para comprar alguns doces para convencê-lo a ir com ele. Em um bar ali perto, ele comprou doces e deu alguns para o menino. Prometendo dar mais, Godino levou Giordano para um barraco próximo. Quando eles estavam lá dentro, atirou o menino no chão e tentou sem sucesso sufocá-lo com uma corda que usava como cinto. Então, ele cortou essa corda e amarrou as mãos e as pernas do menino. Ele começou a espancá-lo e dar marteladas na sua cabeça. Ele saiu da casa para procurar um prego e viu o pai Giordano, a quem disse que não sabia onde estava o menino. Ele, então, entrou novamente na casa com o prego. Enfiou no lado do crânio de Giordano e escondeu o cadáver. O corpo foi encontrado pelo pai, minutos mais tarde. Às 8 da noite, Godino foi ao velório e tocou na parte do crânio onde ele havia colocado o prego. Às 05h30min da manhã do dia 4 de dezembro de 1912, ele foi preso pela polícia, confessando seus crimes. Em 4 de janeiro de 1913, ele deu entrada no Hospício de las Mercedes, onde tentou matar alguns dos internos. Devido aos relatórios médicos, que declararam que ele era louco, o juiz interrompeu o caso e determinou que ele ficasse no hospício julgando ele incapaz de entender a natureza de seus atos. Isto foi confirmado pelo juiz de segunda instancia, mas em 12 de novembro de 1915 a Câmara de Apelações o condenou a prisão perpétua julgando que ele não era completamente louco e que um tratamento no hospício tinha dado resultado, o recurso foi aprovado ordenando que ele fosse transferido para a Penitenciária Nacional em 20 de novembro.Em 28 de março de 1923, Godino foi transferido para a Penitenciária de Ushuaia. No ano de 1933, ele passou algum tempo no hospital por uma surra que ele levou de alguns presos depois de ter matado dois gatos de estimação dos apenados. De 1935 em diante, ele sempre esteve doente e não recebeu visitas até que morreu no dia 15 de novembro de 1944 em circunstâncias duvidosas.

O livro La Leyenda Del Petiso Orejudo, de Leonel Contreras baseia-se nesses fatos.




O filme El Niño de Barro também se baseia nesses acontecimentos.

Dagmar Overbye


Dagmar Johanne Amalie Overbye nasceu em 23 de abril de 1883. Ela foi uma serial killer dinamarquesa que assassinou entre 9 e 25 crianças, dos quais um era seu próprio filho, durante um período de sete anos 1913-1920. Em 3 de março de 1921, ela foi condenada à morte em um dos julgamentos mais comentados na história dinamarquesa, que alterou a legislação sobre guarda de crianças. A sentença foi comutada para prisão perpétua. Overbye estava trabalhando como babá, cuidando de crianças nascidas fora do casamento, assassinando aqueles que estavam sobre sua responsabilidade. Ela estrangulou, afogou e até queimou até a morte em seu aquecedor a lenha. Os cadáveres eram cremados, enterrados ou escondidos no sótão. Overbye foi condenada por nove assassinatos, porque não havia provas dos outros. Seu advogado tentou usar o argumento de que Overbye tinha sido abusada quando era bebê, mas não conseguiu impressionar o juiz. Ela morreu na prisão em 6 de maio de 1929 quando tinha 46 anos.

Huang Yong

Huang Yong, nascido em1974 foi um serial killer chinês acusado de assassinar 17 meninos adolescentes (embora tenha sido suspeito de 25 homicídios) entre setembro de 2001 e 2003. Em setembro de 2001, Huang começou buscar jovens em salas de cinema, internet cafés e fliperamas e levar para sua casa, oferecendo-se para recomendá-los para empregos bem-remunerados ou financiamento para estudos e viagens. Em sua casa, Yong drogava e estuprava os jovens e depois os estrangulava com uma corda. Em novembro de 2003, um menino de 16 anos de idade, chamado Zhang Liang foi até polícia. Os investigadores inicialmente não estavam acreditando na história de Liang, mas o menino afirmou que Yong o convidou para ir a seu apartamento, oferecendo um emprego. Depois que ele chegou lá, Yong tentou estrangulá-lo e ele entrou em estado de inconsciência por três vezes. Depois, quando acordou, Yong disse para ele: "Eu matei pelo menos 25 pessoas. Você é o número 26", mas conseguiu escapar e o denunciou à polícia. Então a polícia acreditou na história de Liang e Yong foi preso e condenado à morte em 9 de dezembro de 2003. Ele foi executado por um pelotão de fuzilamento em 26 de dezembro de 2003. O motivo dos crimes do Yong esta em sua frase "Eu sempre quis ser um assassino desde que eu era um garoto, mas eu nunca tinha tido a chance", disse Huang.

Kaspars Petrovs

Kaspars Petrovs nasceu em 1978 na Letônia, ele é um serial killer condenado à prisão perpétua pelo Tribunal Regional de Riga em 12 de maio de 2005 pelo assassinato de treze mulheres idosas. Petrovs, que é filho de um importante médico, foi morador de rua durante vários anos. Ele foi inicialmente detido para que fosse investigada a conexão dele com os assassinatos de cinco mulheres em Fevereiro de 2003 e ele confessou ser o assassino de mais de trinta mulheres durante as investigações. Ele foi acusado de assassinato por estrangulamento e roubo de trinta e oito pessoas, na grande maioria mulheres idosas, que moravam em Riga, na Letônia, entre 2000 e 2003. Apesar de tudo, as autoridades só conseguiram fazer acusações pela morte de treze das vítimas, devido à falta de prova pericial. Petrovs, que tinha uma condenação anterior por roubo, em 1998, dizia após a sua detenção e durante o seu julgamento de 2005, que não teve intenção de matar suas vítimas, mas apenas para roubá-las. Petrov estrangulava as mulheres após acompanhá-las até suas casas, forçava a entrada ou se fazendo passar por entregador da companhia de gás e mais tarde ele afirmou que só tinha a intenção de deixá-las inconscientes, para que pudesse cometer seus assaltos. Petrov arrecadou aproximadamente 18.000 lats (26.000 euros) em bens e dinheiro das mulheres. Após sua condenação, Petrov pediu desculpas às famílias de suas vítimas no tribunal. Pediu perdão públicamente. Reportagem


Repito, a reportagem aqui está em letão, se é assim que se escreve, mas mesmo assim, resolvi postar, é melhor postar do que não postar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Silvo Plut

Silvo Plut, nascido em 29 de maio de 1968 foi um serial killer esloveno. Sua primeira vítima foi uma colega de escola em 1990, Marjanca Matjašič foi estuprada e assassinada em 16 de fevereiro de 1990, na Eslovénia. Ele foi condenado a 15 anos de prisão. Após 13 anos de prisão, em 2003, ele foi colocado em liberdade condicional. A segunda vítima, Djosic, tinha 25 anos idade e foi morta no dia 18 de novembro de 2004 em Aleksinac, Sérvia. Ele fugiu para a Eslovénia, que se recusou a extraditá-lo, apesar de um mandado da Sérvia. A terceira vítima foi Ljubica Ulcar, 25 anos, em 24 de fevereiro de 2006, ele também tentou assassinar e feriu o marido dela, Miro Ulcar. Em 2 de outubro de 2006, em Ljubljana, Eslovénia o tribunal condenou Plut a 30 anos de prisão por matar Ulcar. Em 26 de abril de 2007, um tribunal de Nish, Sérvia condenou ele a 40 anos de prisão por matar Djosic. Ele se suicidou em sua cela na prisão em Liubliana, em 28 de abril de 2007, por overdose de pílulas para dormir. Reportagem 1 Reportagem 2

Eu sei que as reportagens estão em esloveno, e não faço a mínima idéia do que está sendo falado, mas é uma fonte, fazer o que, melhor postar do que não postar.
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