quinta-feira, 29 de abril de 2010

David Berkowitz

David Richard Berkowitz nascido em 1 de junho de 1953, também é conhecido como Filho de Sam e o Assassino da .44. Ele é um serial killer americano que aterrorizou New York com seus crimes, praticados entre julho de 1976 e Agosto de 1977, quando ele foi preso. Ao ser preso em agosto de 1977, Berkowitz confessou o assassinato de seis pessoas e ferimentos em outras setes, todas devido a disparos de seu revólver. Ele continua cumprindo pena por seus crimes desde então. Berkowitz depois se diria dominado por um demônio que possuíra o cachorro de seu vizinho e que lhe ordenava cometer seus crimes. Mais tarde, Berkowitz mudaria sua confissão e se diria responsável pelos tiros em apenas dois casos, matando três pessoas e ferindo uma quarta. Quanto às demais vítimas, o assassino alegaria terem sido atacadas por um "culto satânico" do qual ele seria um dos membros. Alguns advogados dão crédito à essa versão, como John Hockenberry e os policiais que trabalharam no caso e suspeitam do envolvimento de mais pessoas nos crimes. Hockenberry informou que o caso do Filho de Sam foi reaberto em 1996 e 2004 e atualmente ainda continua assim. Berkowitz nasceu com o nome de Richard David Falco no Brooklyn, New York. Sua mãe, Betty Broder, foi casada com Anthony Falco. Tiveram uma filha antes de se divorciarem. Depois, ela teve um caso com um homem casado, Joseph Kleinman e engravidou dele. Kleinman teria sugerido o aborto, mas ela teve o filho e registrou tendo Falco como o pai. Com uma semana de idade, a criança foi adotada pelo casal de lojistas Nathan e Pearl Berkowitz, que mudaram seu nome e lhe dariam o sobrenome da família. Berkowitz tinha uma inteligência acima da média, mas perdeu o interesse pelas aulas e mostrava tendências piromaníacas. A mãe adotiva de Berkowitz morreu de câncer aos trinta anos e ele não gostou da segunda esposa de seu pai. Ele contou que sua madastra tinha interesse por bruxaria e ocultismo. Em 1969, aos 16 anos, Berkowitz esteve no Festival de Woodstock. Ele se alistou no Exército em 1971 e deu baixa honrosa em 1974. Ele não esteve na Guerra do Vietnam, ficando na base nos Estados Unidos e indo para a Coréia do Sul. Em 1974 Berkowitz encontrou sua mãe verdadeira, Betty Falco. Em poucas visitas ele soube da sua concepção ilegítima e o nascimento, o que aumentou seus distúrbios. Ele se afastou da mãe, mas manteve contato com sua meia-irmã, Roslyn. Após deixar o Exército, Berkowitz teve vários empregos braçais. Quando foi preso trabalhava como carteiro. Berkowitz disse que se juntou a um culto na primavera de 1975. Inicialmente, conforme seu relato, o grupo se envolvia em atividades tais como comunicação com os espíritos e previsões do futuro. Gradualmente, contudo, Berkowitz disse que o grupo começou a usar drogas, pornografia sádica e cometer crimes violentos. Berkowitz declarou que seu primeiro ataque foi a uma mulher e ocorreu em 1975. Ele teria esfaqueado uma religiosa. Essa vítima nunca foi identificada, mas outra vítima, Michelle Forman, foi seriamente machucada e teve que ser internada em um hospital. Pouco depois, Berkowitz mudou para um apartamento em Yonkers. Por volta da uma da manhã de 29 de julho de 1976, Mike e Rose Lauria retornavam para o seu apartamento em Pelham Bay após jantarem fora. A filha Donna, de 18 anos, e a amiga dela Jody Valenti, de 19 anos, estavam no veículo de Valenti, um Oldsmobile, estacionado do lado de fora da residência. Mike Lauria deixou que o cachorro poodle da família ficasse com elas. Ele teria visto um homem dormindo num carro amarelo estacionado do outro lado da rua. Os vizinhos também avisaram a polícia sobre um carro dessa cor rondando a área, horas antes dos disparos. Depois que seus pais entraram, Donna Lauria abriu a porta do carro e viu um homem se aproximando rapidamente. De um saco de papel que carregava, ele tirou um revólver e o disparou por três vezes. Donna levou um tiro que a matou quase instântaneamente, Valenti levou um tiro na perna e a terceira bala se perdeu. O atirador fugiu. Valenti, que sobreviveu aos ferimentos, disse não reconhecer o assassino. Ela o descreveu como um homem branco de 30 anos, de cabelos curtos. Essa descrição batia com a de Mike Lauria do homem que estava no carro amarelo. Detetives da Oitava Delegacia de Homicídos de New York recolheram poucas pistas. A mais importante foi a de que a arma usada era uma Charter Arms Bulldog calibre .44, um revólver poderoso de cinco tiros para ser usado à curta distância. A polícia seguiria duas hipóteses: a de que o atirador era um admirador secreto da popular Donna ou que o atirador se enganou e atingiu a pessoa errada. Os vizinhos tinham visto recentes atividades mafiosas e a polícia achava que Mike Lauria poderia ter algum envolvimento com o crime organizado. Berkowitz disse que deu os tiros e que os membros do culto participaram do crime, vigiando e seguindo as vítimas. Na madrugada de 23 de outubro de 1976, ocorreram outros disparos, dessa vez no Queens. Carl Denaro, de 25 anos, e Rosemary Keenan, de 38 anos, estavam estacionados em Flushing, Queens. Keenan estava na direção de seu Volkswagen Beetle e Denaro era passageiro. Por volta da 1:30, a janela do carro foi estilhaçada e o casal ouviu vários disparos. Denaro e Keenan não viram quem deu os tiros. Denaro foi atingido na cabeça e Keenan ficou ferido superficialmente pelos estilhaços. Conseguiram socorro no bar do Peck. Denaro teve que implantar uma placa de metal na cabeça em função do ferimento. A polícia encontrou balas de calibre .44 mas as deformações impediram a identificação da arma. Denaro tinha cabelo comprido e a polícia especulou que o assassino pudesse tê-lo confundido com uma mulher. O pai de Keenan era um policial veterano e se aprofundaria nas investigações. Como no caso de Lauria e Valenti, não havia motivo para os disparos e a polícia fez poucos progressos. Berkowitz mais tarde contaria que ele observou e ajudou no crime, mas quem atirou em Denaro foi uma mulher da qual ele não sabia o nome. As vítimas teriam sobrevivido em função do atirador não estar familiarizado com a .44 Bulldog. Na noite de 26 de novembro de 1976, Donna DeMasi, de 16 anos, e Joanne Lomino, de 18 anos, voltavam para casa depois do cinema e ficaram do lado de fora da casa de Lomino, num lugar iluminado pela luz da rua. Um homem alto, louro-escuro e de olhos negros com uma vestimenta militar se aproximou e ficou próximo das garotas. DeMasi e Lomino acharam que ele estava perdido e iria perguntar sobre a direção a tomar. Ele começou a falar "Você pode me dizer como chegar..." e então sacou um revólver e atirou uma vez em cada garota. Enquanto elas estavam caídas, ele deu outros disparos. Os vizinhos ouviram o barulho e um dos moradores viu o atirador louro correndo com uma pistola na mão esquerda. DeMasi e Lomino ficaram internadas com vários ferimentos: Lomino ficou paraplégica mas DeMasi se recuperou. Baseados no testemunho de DeMasi, Lomino e dos vizinhos, a polícia começou a procurar um homem louro. A arma foi identificada como uma .44. Berkowitz disse que quem atirou foi o membro do culto John Carr e que um policial de Yonkers estava envolvido no crime. O ano novo começou com mais tiros no Queens. Na madrugada de 30 de janeiro de 1977, um casal de noivos, Christine Freund, de 26 anos, e John Diel, de 30 anos, estavam dentro do carro de Diel (um Pontiac Firebird), preparando-se para ir a uma danceteria após terem assistido Rocky no cinema. Três balas atingiram o carro por volta da meia-noite e meia. Em pânico, Diel dirigiu em busca de ajuda. Ele recebeu ferimentos superficiais, mas Freund levou dois tiros. Ela morreu poucas horas depois no hospital. Ele não viu quem os atacou. A polícia notou que a arma usada era uma Bulldog .44. Foi feito o primeiro anúncio público sobre as similaridades desse ataque com os outros dois e que poderia haver conexões entre eles. A população foi informada sobre o calibre .44 e que as vítimas eram mulheres jovens, com cabelos longos e escuros, atacadas em carros estacionados e com acompanhantes. Por volta das 7:30 da noite de 8 de março de 1977, a estudante da Universidade de Colúmbia Virginia Voskerichian, de 19 anos, estava voltando para a casa após a aula. Ela morava próxima ao lugar do ataque a Christine Freund. O ataque a Voskerichian difere dos outros do Filho de Sam. Ela estava sozinha e o horário era diferente. Não houve testemunhas diretas do assassino de Voskerichian. Ela tentou se proteger colocando os livros na frente do rosto, mas a bala os atravessou e atingiu sua cabeça, a matando. Ao ouvirem os disparos, os vizinhos correram para o local e viram uma pessoa que descreveram como um garoto de 16 a 18 anos de idade e sem barba, usando um boné. Berkowitz contou que ele esteve na cena do crime de Voskerichian, mas que a atiradora foi uma mulher de Westchester, New York. Disse ainda que esse ataque foi para confundir a polícia, alterando o modus operandi. Em 10 de março de 1977 investigadores da NYPD e o prefeito da cidade Abraham Beame declararam à imprensa que o mesmo revólver .44 Bulldog fora a arma do crime nos assassinatos de Lauria e Voskerichian. Documentos oficiais descobertos mais tarde, diriam que essas provas da mesma arma eram na verdade inconclusivas. No mesmo dia foi iniciada a "Operação Omega" que consistia numa força-tarefa de 300 homens liderada pelo Inspetor-Assistente Timothy J. Dowd. A polícia suspeitava de uma vingança do assassino contra as mulheres jovens, devido talvez a uma rejeição. Declararam que o adolescente era na verdade testemunha e não suspeito. Foi dito que o homem alto e de cabelo preto da descrição das vítimas Lauria-Valenti era o atirador da calibre 44. Os crimes tiveram grande divulgação, com televisão, jornais e rádio especulando e dando detalhes dos casos em grande quantidade. O publicitário australiano Rupert Murdoch que tinha adquirido recentemente o New York Post, realizou a cobertura mais sensacionalista dos crimes. O prefeito Beame liberou fundos sem precedentes para a NYPD na tentativa de ajudar a solucionar o caso. Na madrugada de 17 de abril de 1977, Alexander Esau, de 20 anos, e Valentina Suriani, de 18 anos, estavam no Bronx, a poucos quarteirões da cena do crime de Lauria e Valenti. Por volta das três da manhã, cada um deles foi atingido duas vezes e morreram. Suriani morreu no local e Esau foi levado ao hospital, mas morreu sem poder descrever quem os atacou. Nos dias que se seguiram, a polícia repetiu a teoria de que apenas um homem fora o responsável pelos assassinatos com a calibre .44. Berkowitz disse que foi o responsável pelas mortes de Esau-Suriani. Numa rua próxima dos assassinatos de Esau e Suriani, um policial descobriu uma carta escrita à mão, endereçada ao capitão da NYPD Joseph Borrelli. O autor da carta admitia ser um monstro e dizia ser o "Filho de Sam". Dizia que Sam gostava de beber sangue para se manter jovem e o ordenava para "sair e matar". "Papa" Sam o mantinha preso no sótão e com isso ele via o mundo pela janela, sentindo-se um criminoso. Para parar de cometer assassinatos, ele teria que ser morto. Ele não queria matar mais, mas o fazia em honra de seu pai. Desejava uma feliz Páscoa para os moradores do Queens. A descoberta da carta foi anunciada, mas o conteúdo permaneceu em segredo. Em um trecho sobre ataque cardíaco, foi lembrado pela polícia que Lauria era técnica médica e Valenti estudava enfermagem. O perfil psicológico foi feito pela polícia em 26 de maio de 1977. Ele foi descrito como um neurótico e provavelmente paranóico e esquizofrênico, que acreditava ser vítima de possessão demoníaca. A polícia investigou 56 proprientários de .44 Bulldog e os testes não localizaram a arma. Também foram colocados agentes disfarçados de amantes em carros estacionados em áreas isoladas da cidade. Em 30 de maio de 1977, o colunista Jimmy Breslin do New York Daily News recebeu uma carta manuscrita de alguém que se dizia ser o assassino da .44. A carta foi enviada em 30 de maio em Englewood, Nova Jérsey. A carta trazia a pergunta "O que você vai fazer em 29 de julho?" interpretada como uma ameaça de crime no aniversário da primeira aparição do assassino. Breslin notificou a polícia, que deduziu que a mesma tinha sido escrita por alguém que sabia dos ataques. As palavras sofisticadas em relação ao estilo rude da primeira carta, foram interpretadas como tendo sido criação de algum expert em publicidade, design gráfico e similares. Também foi pedida uma exibição privada do filme de horror The Wicker Man (1973), possivelmente referenciado no texto. A carta foi publicada uma semana depois no Daily News. Houve pânico na cidade e a policia recebeu centenas de denúncias, provavelmente sem fundamentos. As mulheres de cabelos escuros passaram a pintá-los de outra cor e aumentou a demanda por perucas. Durante um dos verões mais quentes já registrados em New York, o povo permaneceu dentro das casas à noite. Em 26 de junho de 1977, o casal Sal Lupo e Judy Placido estava no carro quando foram desferidos três disparos na lataria. Os ferimentos foram superficiais. Berkowitz disse que o membro do culto Michael Carr foi quem atirou. Contou que os membros cultistas queriam atirar em alguém que freqüentava a discoteca Elephas por acharem que o local fazia referência ao trabalho do ocultista do século XIX Eliphas Levi, estudado por eles. Em 31 de julho de 1977 no Brooklyn, o casal Stacy Moskowitz e Robert Violante estava no carro estacionado de Violante. Quando se beijavam, um homem se aproximou do lado do passageiro e atirou dentro do carro, acertando os ocupantes na cabeça. Depois fugiu para o parque. Moskowitz morreu horas depois e Violante sobreviveu cega de um olho e com a visão do outro afetada. O cabelo dela era curto e louro. Os disparos foram testemunhados por Tommy Zaino, de 19 anos. Uma mulher chegou a informar uma placa do carro do assassino: 4-GUR ou 4-GVR. Outras testemunhas apareceram, sendo o caso com o maior número de testemunhas até então. Berkowitz disse que o atirador fora um amigo de John Carr, recém-chegado da Dacota do Norte. Berkowitz disse que seu Ford Galaxie, placa 561 XLB, tinha recebido uma multa de estacionamento proibido (perto de um hidrante) às 2:05 da manhã. Na noite em que Moskowitz e Violante foram atingidos, Cacilia Davis, que morava próxima da cena do crime, viu Berkowitz rondando a vizinhança e retirando o bilhete de multa do seu Ford Galaxie amarelo. Dois dias depois ela foi à polícia. Apesar de negar, a polícia tratou Berkowitz inicialmente como uma possível testemunha e não um suspeito. Isso mudou em 9 de agosto de 1977, sete dias após Cacilia Davis ter contado sobre o homem com a multa. O detetive da NYPD James Justis telefonou para a polícia de Yonkers para perguntar pelo bilhete e sobre Berkowitz. O sargento Mike Novotny disse que a polícia suspeitava de Berkowitz, ligando ele a crimes em Yonkers que tinham sido mencionados nas cartas do Filho de Sam. Para a surpresa da NYPD foi falado que Berkowitz poderia ser o Filho de Sam. No dia seguinte, a polícia investigou a rua e o carro multado de Berkowitz. Foi encontrado um rifle Commando Mark III, munição, mapas das cenas dos crimes e uma carta para o sargento Dowd da Força-Tarefa Omega, com mais ameaças de assassinatos. A polícia esperou até Berkowitz sair do apartamento onde morava. Ele saiu as 10 da manhã, carregando a .44 Bulldog num saco de papel. Ele foi preso em frente ao seu apartamento na Pine Street em Yonkers, em 10 de agosto de 1977. A polícia revistou o apartamento e encontrou grafites satânicos nas paredes. Havia também um diário. Durante o julgamento os policiais foram questionados sobre a ilegalidade da revista no carro de Berkowitz. A posse do rifle também seria legal no Estado de New York. Durante os interrogatórios, Berkowitz disse que o mencionado "Sam" era Sam Carr, um vizinho. Berkowitz declarou que o cão labrador negro de Carr, Harvey, fora possuído por um antigo demônio e que através dele a entidade o ordenava assassinar. Berkowitz disse que uma vez tentou matar o animal, mas fracassou por interferências sobrenaturais. Em 12 de junho de 1978, o assassino foi condenado a cumprir pena de prisão perpétua por seis homicídios, pegando 365 anos. Ele foi preso inicialmente no Presídio de Attica. Em 1979 Berkowitz sofreu um atentado à faca na prisão. Ele se recusou a identificar o agressor, mas sugeriu que o culto estava por trás. Ele ficou com uma cicatriz na garganta. Em 1987 ele se reconverteu ao Cristianismo. Desde então ele tenta conseguir liberdade condicional. A “Lei Filho de Sam” foi aprovada em muitos estados, quando Berkowitz recebeu grandes quantias de dinheiro pela publicação de sua história. Pela nova legislação, o estado é autorizado a receber todo o dinheiro arrecadado pelo criminoso por cinco anos, a fim de destiná-lo para compensar a família das vítimas. Biografia Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4
Entrevista Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Parte 6

O filme Summer of Sam faz referências a esses assuntos.

Os livros .44: a Novel, de Jimmy Breslin e Dick Schaap; Son of Sam: Based on the Authorized Transcription of the Tapes, Official Documents and Diaries of David Berkowitz, de Lawrence D. Klausner; Confessions of Son of Sam, de David Abrahamsen e Son of Sam: The .44-Caliber Killer, de George Carpozi baseiam-se nesses assuntos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Hiroshi Maeue

Hiroshi Maeue (前上) nascido em 08 de agosto de 1968, também conhecido como o "Assassino do site Suicide", foi um serial killer japonês, que encontrava suas vítimas através da internet. Ele sofria de desordem parafílica psicossexual que se traduziu em ser incapaz de alcançar a liberação sexual se não realizasse um ato de estrangulamento. Maeue entrou no Instituto de Tecnologia de Kanazawa, onde ele agrediu e estrangulou um amigo. Mais tarde, ele foi preso por agressão após bater e tentar asfixiar um homem do Instituto em 1995. Depois de resolver seus problemas com os tribunais, ele foi liberado. Em 2001, ele foi preso mais uma vez por tentar asfixiar duas mulheres e foi condenado a um ano de prisão e três anos de serviços comunitários. Solto antes por bom comportamento, ele foi preso por tentar asfixiar um menino da escola secundária, no qual ele foi condenado a 1 ano e 10 meses de prisão. Maeue matou três pessoas depois de sua libertação em 2005. Ele foi condenado por matar um estudande de 14 de Kita Ward, Kobe, que tinha desaparecido em 21 de maio; Nagamoto Michiko, de 25 anos, de Toyonaka, Osaka, que ele convidou para um passeio em um carro alugado em 19 de fevereiro e foi para uma zona montanhosa em Kawachinagano, ele amarrou seus braços e pernas com um cordão e cobriu a boca e o nariz com as mãos, a sufocando e um estudante universitário de 21 anos idade de Higashi, Osaka desaparecido desde início de Junho. Todos eram membros de um “clube de suicídio online”. Ele seduziu suas vítimas, sugerindo que se encontrassem e acabassem com suas vidas juntos, cometendo suicídio por meio de ingestão de gás carbônico em um carro fechado. Após uma breve conversa, no entanto, ele os estrangulava com suas próprias mãos. Isso o excitava sexualmente e mais tarde ele afirmou ter desenvolvido o seu desejo de matar dessa maneira após a leitura de eventos similares em um romance de mistério quando era criança. Todos as três vítimas foram mortas no período de quatro meses. Segundo fontes, quando Maeue enviou os e-mails propondo que todos se suicidassem junto, todos responderam positivamente que queriam morrer. Na época dos crimes Maeue era solteiro e morava com seu pai, um ex-policial e sua mãe em Sakai. Após graduar-se em uma universidade particular no distrito de Hokuriku, Maeue mudou de emprego muitas vezes, trabalhou como taxista e funcionário temporário. No momento da prisão ele estava trabalhando como funcionário temporário para um fabricante de câmera em Osakasayama, Osaka Prefecture. Em seu julgamento, os promotores chamaram Maeue de "Assassino da Luxúria". No Tribunal Maeue disse que suas vítimas queriam morrer e ele satisfizar seus desejos. Em 28 de março de 2007, um tribunal do distrito de Osaka o condenou à morte por enforcamento. Apesar de seus advogados de defesa lançar um apelo, ele aceitou a decisão do tribunal e expressou a vontade de pagar por seus crimes com a vida, retraindo o seu protesto em 05 de julho de 2007. Em 28 de julho de 2009, Hiroshi Maeue foi enforcado. A onda de suicídios combinados na internet, via cibercafés, levou as autoridades nipônicas a vigiar de perto os estabelecimentos instalados no país. Seus proprietários são obrigados a registrar todos os clientes com seus nomes verdadeiros, antes de liberar o acesso aos computadores. O Japão é o país com índices mais altos de suicídios coletivos tratados online.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Joachim Kroll

Joachim Georg Kroll nascido em 17 de abril de 1933 foi um serial killer e canibal alemão. Ele era conhecido como o Cannibal de Ruhr (Ruhrkannibale), o Caçador de Ruhr (Ruhrjäger) e o Engolidor de Humanos de Duisburg (Duisburger Menschenfresser). Ele foi condenado por oito homicídios, mas confessou um total de 13. Nasceu o filho de um mineiro de Hindenburg (Zabrze), Província da Alta Silésia, Kroll era o caçula de um total de oito crianças. Era uma criança fraca e costumava urinar na cama. Sua educação foi pobre, só chegou a 3 série, mais tarde foi descoberto por psiquiatras que ele tinha um QI de 76. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a família Kroll mudou-se para North Rhine-Westphalia. Ele começou a matar em 1955, depois que sua mãe morreu. Por volta de 1960, Kroll foi para Duisburg e encontrou trabalho limpando banheiros da empresa Mannesmann . Depois trabalhou na Thyssen Industries e foi morar na rua Friesen 24, no bairro Laar de Duisburg. Naquela época, ele começou a matar pessoas. Em 8 de fevereiro de 1955 Irmgard Strehl, de 19 anos, foi estuprada e esfaqueada até a morte. Seu corpo decomposto foi encontrado em um celeiro em Lüdinghausen . Em 16 de junho de 1959 Klara Tesmer Frieda, de 24 anos, foi assassinada nas proximidades do Reno , perto de Rheinhausen . Um mecânico, Heinrich Ott, foi preso pelo crime. Ele se enforcou na prisão. Em 26 de julho de 1959 Manuela Knodt, de 16 anos, foi estuprada e estrangulada no parque da cidade de Essen. Fatias de carne foram cortadas de suas nádegas e coxas. Em 1962 Barbara Bruder de 12 anos, foi seqüestrada em Burscheid . Seu corpo nunca foi encontrado. Em 23 de abril de 1962 Petra Giese, de 13 anos, foi estuprada e estrangulada em Dinslaken-Bruckhausen. Vinzenz Kuehn, morador local, foi preso e condenado. Em 04 de junho de 1962 Monika Tafel, de 12 anos, foi morta em Walsum, fatias de carne foram arrancadas de suas nádegas. Walter Quicker foi preso pelo crime. Ele foi liberado, mas foi conduzido ao suicídio após ameaças de vizinhos, em outubro. Em 22 de agosto de 1965 Hermann Schmitz e sua namorada Marion Veen foram atacados enquanto estavam sentados em um carro namorando em Duisburg-Großenbaum. Hermann, única vítima do sexo masculino de Kroll, foi morto, mas Marion escapou. Em 13 de setembro de 1966 Ursula Rohling, foi estrangulada em Foersterbusch Park perto de Marl. O namorado dela, Adolf Schickel, cometeu suicídio depois de ser falsamente acusado de assassinato. Em 22 de dezembro de 1966 Ilona Harke de 5 anos, foi violentada e morreu afogado em uma vala em Wuppertal . Em 12 de julho de 1969 Maria Hettgen, de 61 anos, foi estuprada e estrangulada em Hückeswagen . Em 21 de maio de 1970 Jutta Rahn, de 13 anos, foi estrangula quando caminhava para casa através de uma estação de trem. Peter Schay foi preso e acabou liberado. Ele confessou o crime, em 1976, após ser perseguido por seus vizinhos. Em 1976 Karin Toepfer, de 10 anos, foi estuprada e estrangulada em Voerde. Em 03 julho de 1976 parte do corpo de Ketter Marion, de 4 anos, estava no apartamento de Kroll quando ele foi preso. Kroll nunca repetia o lugar onde matava, só fez isso no mesmo lugar em poucas ocasiões e com diferença de mais de ano. Isto e o fato de que havia um número de assassinos que operavam na região, na época, ajudou a evitar a sua captura. Kroll pegava suas vítimas de surpresa e as estrangulava rapidamente. Depois ele tinha relações sexuais com o cadáver, muitas vezes, se masturbando em cima. Ele, então, mutilava e cortava em pedaços para serem comidos mais tarde. Ao voltar para casa, ele teria novamente relações sexuais com uma boneca inflável de borracha que ele tinha para o isso. Em 03 de julho de 1976, Kroll foi preso por seqüestro e assassinato da menina de quatro anos chamada Marion Kettner. Como a polícia foi de casa em casa, um vizinho se aproximou de um policial e disse que a tubulação em seu prédio estava bloqueada e quando ele perguntou ao seu vizinho, Kroll, se ele sabia o que estava bloqueando o tubo, Kroll tinha simplesmente respondeu: "Entranhas". Após este relato, a polícia foi até o apartamento de Kroll e encontrou o corpo da garota Kettner cortado, algumas partes estavam no frigorífico, uma pequena mão estava cozinhando em uma panela de água fervente e as vísceras foram encontrados presas na tubulação. Kroll foi imediatamente detido. Ele admitiu ter matado Marion Kettner e deu detalhes de outros 14 assassinatos e uma tentativa de homicídio nas últimas duas décadas. Kroll disse que muitas vezes cortava porções de carne de suas vítimas para cozinhar e comer, alegando que fazia isso para economizar em suas contas na mercearia. Na prisão, ele acreditava que estava lá para obter uma simples operação para curá-lo de seus impulsos homicidas, dai então, ele seria liberado. Em vez disso, ele foi acusado de oito homicídios e uma tentativa. Em abril de 1982, depois de um dia julgamento de 151 dias, ele foi condenado em todos os aspectos e recebeu nove sentenças de prisão perpétua. Ele morreu de um ataque cardíaco em 1991 na prisão de Rheinbach, perto de Bonn.

Biografia

O livro Ich kaputtmachen sie musste, de Stephan Harbort aborda esses assuntos.

Marcos Antunes Trigueiro

Marcos Antunes Trigueiro nascido em Brasília de Minas em 29 de maio de 1978 ficou conhecido como o Maníaco do Industrial, é um ex-pintor brasileiro e serial killer de mulheres que agia em Contagem e Belo Horizonte, Minas Gerais. Marcos estuprou e assassinou cinco mulheres em 2009. Ele foi detido pela Polícia Civil de Minas Gerais no bairro Lindéia, junto ao bairro Industrial em Contagem. Ele está preso desde o dia 24 de fevereiro de 2010 e recolhido em uma cela isolada da Penitenciária Nélson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os policiais chegaram até ele rastreando os telefones celurares das vítimas, tendo Marcos confessado a autoria das cinco mortes após a detenção. O delegado Edson Moreira, um dos responsáveis pelo caso, divulgou em 26 de fevereiro que pelo menos três mulheres conseguiram escapar do maníaco. Em 2 de fevereiro de 2010, a polícia havia divulgado que existia um padrão de comportamento comum em todos esses crimes, e que a perícia concluíra que o sêmen encontrado em três das vítimas de 2009 era do mesmo autor. Adina Feitor Porto, comerciante de 34 anos, desapareceu em 27 de janeiro de 2009 no bairro Lindéia, região do Barreiro. Seu carro foi encontrado na Via Expressa, bairro Camargos, região Noroeste. Ela foi encontrada estrangulada mais de uma semana depois, no dia 4 de fevereiro, no município de Sarzedo, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ana Carolina Menezes Assunção, comerciante de 27 anos, foi encontrada morta estrangulada dentro do próprio carro no bairro João Pinheiro, região Noroeste, no dia 17 de abril de 2009. O seu filho, um bebê de apenas quatorze meses, estava no veículo e foi encontrado dormindo sobre o corpo da mãe, não tendo sido molestado. A família tentou falar com Ana Carolina pelo celular, mas ela atendeu de forma estranha e um homem falava ao seu lado. Ana Carolina foi estrangulada com um cadarço de tênis. Maria Helena Lopes Aguilar, de 49 anos, foi encontrada morta estrangulada dentro do próprio carro na Rua das Trombetas, Conjunto Califórnia, Noroeste de Belo Horizonte, no dia 17 de setembro de 2009. Maria Helena foi estrangulada com o cinto de segurança no banco de trás do carro. Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, contadora de 35 anos, foi encontrada morta numa estrada de terra que liga o bairro Jardim Canadá, em Nova Lima, à BR-040, em 12 de novembro de 2009. O seu automóvel havia sido encontrado no dia anterior no bairro Industrial em Contagem com todos os seus pertences no interior, exceto o telefone celular. Edna foi enforcada com um cabide de arame, embaixo de suas unhas foram encontrados vestígios de pele e carne. Natália Cristina de Almeida Paiva, estudante de direito de 27 anos, desapareceu em 07 de outubro de 2009, depois de sair de sua casa no bairro Margarida para ir à faculdade. Seu carro foi encontrado no Barreiro de Baixo no dia seguinte. Ela cursava direito na PUC de Minas Gerais. Seu corpo estava enterrado como indigente no Cemitério Público de Ribeirão das Neves desde o dia 29 de outubro de 2009 e só foi descoberto que era realmente a sua ossada no dia 10 de janeiro de 2010, após exumação e uma série de avaliações. A Polícia Civil também encaminhou à Justiça da Comarca de Ibirité, no dia 20 de janeiro, o inquérito policial que investigou a morte da filha de Marcos Antunes Trigueiro. A menina, de três meses, foi espancada até a morte, em fevereiro de 2005. Marcos Trigueiro foi indiciado por homicídio duplamente qualificado. Marcos Antunes Trigueiro passou parte da vida nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, mas sempre voltava para Minas Gerais. Marcos foi casado pelo menos duas vezes e teve 5 filhos. Assim como a maioria dos serial killers, ele teve uma infância e juventude conturbada, apanhava muito do pai. Ele freqüentava a igreja de Testemunhas de Jeová. O nome de Jesus pintado na parede foi a marca que o suspeito de assassinato deixou em uma fábrica de mangueiras. Marcos Antunes Trigueiro trabalhou no local informalmente, no final de 2009. A empresa fica bem em frente à casa dele. A ex-patroa afirma que Marcos parecia tímido. Ela disse que Marcos costumava fazer bicos como pintor e pedreiro. Na fábrica, ficou apenas 15 dias e sumiu sem dar satisfações. Ela nunca desconfiou da índole dele. Vizinhos dizem que Marcos se mudou para o local onde foi detido um ano anos. A prisão dele surpreendeu a todos. Segundo a polícia, a ficha criminal de Marcos Antunes começou em 2005 quando ele foi preso por furto e roubo. Chegou a fugir da cadeia, mas foi recapturado. Os investigadores disseram que, desta vez, ele entrou na lista de suspeitos porque morava na região onde os crimes ocorreram. E tem um passado como assaltante. Segundo a polícia a foto dele foi reconhecida por uma testemunha como o homem que ela viu no carro de uma das mulheres assassinadas.
Reportagem 1 Reportagem 2 Reportagem 3 Reportagem 4

sábado, 24 de abril de 2010

Robert Charles Browne

Robert Charles Browne nascido em 31 de outubro de 1952 é um assassino e estuprador americano que cumpre uma dupla pena de prisão perpétua na Penitenciária Estadual do Colorado em Colorado. Browne era filho de um vice-xerife e irmão de um soldado. Sua familia era uma família que agia de acordo com a lei. No entanto, Browne se desenvolveu de forma diferente. Ele era o caçula de nove filhos, nasceu em Coushatta, Louisiana e estava na escola quando abandonou e se juntou ao Exército dos Estados Unidos e serviu de 1969 a 1976, quando foi expulso por abuso de drogas. Browne foi preso 28 de março de 1995 sob a acusação de homicídio em primeiro grau na morte de Heather Dawn Church, de 13 anos, em 17 de setembro de 1991. Inicialmente, ele confessou não ser culpado das acusações, no entanto, em 25 de maio de 1995, em um acordo de confissão, mudou suas palavras e se declarou culpado para que os promotores não solicitassem pena de morte. Em 27 de julho de 2006, num acordo judicial semelhante, ele confessou o assassinato de Rocio Chila Delpilar Sperry, de 15 anos, que foi morta em 10 de novembro de 1987, num complexo de apartamentos em Colorado Springs. Em sua confissão, as autoridades disseram que Browne admitiu ter matado aproximadamente 48 outras pessoas em um período que vai de 1970 até sua prisão. A carta dizia: “Sete virgens sagradas sepultadas lado a lado, os menos dignos estão espalhados por tudo, e ainda tem mais 1, podem ser 48”. A carta incluía um mapa desenhado a mão com linhas wm Colorado, Washington , Califórnia , Novo México , Texas , Oklahoma , Louisiana, Arkansas e Mississippi, com a contagem de corpos escrita dentro de cada estado. O mapa mostrava 17 em Louisiana, 9 no Colorado, 7 no Texas, 5 no Arkansas, 3 no Mississippi, 2 no Novo México, 2 em Oklahoma, 2 na Califórnia e um no estado de Washington. Ele disse que usou uma faca, uma chave de fenda, um picador de gelo e as próprias mãos. Ele disse também que despejava as vítimas por toda parte, em lagos, rios e barrancos, alguns ele até mesmo cortava. Browne disse ao investigador Charlie Hess em entrevistas de prisão, que matou na verdade 49 pessoas, 48 nos Estados Unidos e um era seu colega soldado na Coréia do Sul, e ele forneceu detalhes sobre 20 das mortes, mas só em 7 dos casos foi considerado que ele podia ser um suspeito viável. Uma vítima em potencial foi Jean Hayes Katherine, cujos restos foram descobertos em Winn Parish, Louisiana, em 1981, seis meses depois de ter desaparecido um restaurante. Outra mulher, Wanda Hudson Faye, tinha sido assassinado em 1983 em seu apartamento, onde Browne tinha trabalhado como pedreirol. Ele disse que a atacou com uma chave de fenda. Faye tinha desaparecido na mesma época do complexo de apartamentos, em 1983. Browne afirmou que a matou em seu apartamento e em seguida levou seu corpo para o Red River, e o despejou lá. Ele fez a mesma afirmação sobre outra mulher de Louisiana, sem nome, que as autoridades foram incapazes de confirmar isso porque os detalhes de Browne eram muito vagos. Ele descreveu que tinha seqüestrado uma pessoa em 2000, mas como foi preso e não conseguiu chegar para alimentar a pessoa, essa pessoa morreu de fome. Não se sabe o quanto é verdade nas confissões de Browne, ele pode ser só um preso com pena perpetua que quer fazer fama e imitar o famoso “Zodíaco”. Mas caso seja verdade, pelo menos em um de seus assassinatos, ele usou o cargo de zelador em um complexo de apartamentos de propriedade de seu irmão para matar um dos inquilinos. Ele não tinha vergonha ou sentimento de lealdade familiar. Robert foi casado 5 vezes, mas a maioria dos seus casamentos duraram menos de 3 anos. Suas ex-esposas alegaram que no começo ele agia como um bom homem, mas com o passar do tempo ele passava a fazer delas quase escravas, tratava elas como se fossem de sua propriedade. Chegou a colocar arma na cabeça de algumas delas, e, até puxou o gatilho com a arma descarregada para fazer pressão psicológica. Investigadores em quatro estados fizeram investigações ou excluíram completamente Browne como um suspeito viável em alguns casos. Em Washington, os investigadores procuraram em vão evidências de uma mulher morta entre Spokane e Seattle. Enquanto três assassinatos em Louisiana pareciam corresponder a detalhes que Browne forneceu, mas ele não foi acusado. Um caso envolve Nidia Mendoza, que foi assassinada em 1984. Ela era uma dançarina em Houston, Texas, e foi vista saindo uma noite com três homens. Seu corpo foi encontrado quatro dias depois. O caso estava em arquivo morto até a confissão Browne. Ele descreveu Nidia como uma mulher jovem e aparentemente, forneceu detalhes que não tinham sido tornados públicos. Na época, ele estava dirigindo uma van branca para fazer entregas de flores. Ele afirmou ter a acompanhado desde o clube e a levou para um motel para transar e lá ele a estrangulou. Ele então supostamente a decapitou e a desmembrou, colocando as partes em uma mala. Ele disse que jogou seu corpo na beira de uma estrada, exatamente onde foi encontrado. El e pode ser o autor de mais uns 10 casos, mas as autoridades duvidam que ele seja realmente tão prolifero quando ele diz em suas cartas. Ele pode estar condenado à prisão perpetua, mas as famílias das vitimas que jamais encontraram seus corpos desejam chegar as respostas e se essas forem verdades, essas pessoas podem em fim descansar de suas buscas, porém, a mente de um assassino é imprevisível e Browne pode mesmo ser apenas um grande mentiroso em busca de fama, que já andava sumido quando em 2006 resolveu começar sua série de pistas enigmáticas. Fora os casos citados, no restante dos casos, Browne disse que não conseguia se lembrar de detalhes. Pequena Descrição.

O livro The Devil's Right-Hand Man: The True Story of Serial Killer Robert Charles Browne, de Stephen G. Michaud e Debbie M. Price baseia-se nesses acontecimentos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Leonard Fraser

Leonard John Fraser nascido em Ingham, Queensland em 27 de Junho de 1951 foi um serial killer australiano condenado. Ele era o segundo mais novo de quatro filhos. De acordo com psiquiatras do tribunal, não havia o menor indício durante sua infância de que o jovem "Lenny", como era conhecido, iria crescer e se tornar um estuprador e assassino cruel. Apesar de sua pouca escolaridade, sua infância parecia ter sido aparentemente normal. Ele desistiu de estudar no segundo ano escolar na idade 14, Lenny Fraser aprendeu a ler, mas tinha muitas dificuldades com estudos. Aos 15 anos Fraser foi condenado a 12 meses, na Gosford Boys Home por roubar. Logo após sua libertação, ele pegou dois anos por agredir um guarda ferroviário e dirigir sem licença, ele também prestou doze meses de serviços comunitários por comportamento ofensivo e roubo de carros. Após sair da prisão, seis meses depois, Fraser foi considerado culpado de transporte de bens roubados em Queensland, que lhe valeram 2 anos de liberdade condicional. Cinco semanas mais tarde, ele foi condenado a duas semanas na cadeia por roubar em Townsville. Em Sydney, em 1972, ele foi multado em $ 100 por explorar a prostituição e, posteriormente, no mesmo ano foram dados 5 anos na prisão de Long Bay por uma série de assaltos. Mas o que os policiais não sabiam e só foram descobrir quase dois anos depois é que dois meses antes Fraser tinha estuprado uma turista no Jardim Botânico de Sydney. Esse foi o primeiro de muitos em sua carreira como estuprador em série. Na manhã de 11 de julho de 1974, apenas três semanas depois que ele foi liberado de Long Bay, Fraser estuprou uma jovem mulher casada. Seis dias depois, em 17 de julho Fraser agrediu uma mulher de 20 anos que estava trabalhando sozinha em uma loja próxima. Ele só não a estuprou porque clientes chegaram à loja e ele fugiu. Três dias depois, em Rooty Hill, Fraser atacou uma mulher na rua, agrediu ela, estava a levando para um lugar deserto quando ela disse que estava disposta a fazer sexo com ele sem precisar do uso de força, pediu que ele a levasse para uma cama. Quando Fraser estava a levando para sua casa, ela conseguiu fugir. Ela entrou na casa mais próxima e chamou a policia. Fraser deixou cair sua carteira com uma certidão de nascimento. Fraser foi encontrado e prontamente confessou um estupro e duas tentativas de estupros. Mais tarde ele confessou o estupro quase 2 anos antes da turista francesa de 37 anos que estava em Sydney com o marido e filhos para uma convenção. Quando interrompido por transeuntes, o estuprador fugiu com a bolsa e a deixou semi-consciente em estado grave com múltiplas fraturas no rosto e choque grave. Fraser disse ao psiquiatra da prisão que ficaria feliz se ele nunca visse seus irmãos ou irmãs novamente e odiava o pai e a mãe. Sua principal ambição era se tornar um membro da gangue de motocicletas Hell's Angels. Solto em 1981 depois de cumprir sete anos, Fraser foi para Mackay, em Queensland e aceitou um emprego como operário nas ferrovias. Em 1982, Fraser entrou na casa de uma mulher se mostrando interessado em comprar um carro que tinha para venda e uma vez lá dentro a agarrou por trás e segurou seu braço junto as costas como tinha feito em seus ataques anteriores. No Distrito de Mackay Fraser foi condenado a dois meses de prisão por assalto agravado sobre a mulher. Fora da prisão, Fraser continuou em Mackay e no final de 1982, ele estava vivendo com uma mulher e o filho dela em uma casa antiga que tinha sido convertida em apartamentos. Ele teve uma filha com a mulher e conseguiu se manter trabalhando no transporte ferroviário nos próximos dois anos e meio. No final de 1985, Fraser brutalmente estuprou uma jovem de 21 anos em plena luz do dia. Dado o seu registro e modus operandi habitual, o agressor não era difícil de ser identificado, e ele foi condenado a 12 anos de prisão. Em Etna Rockhampton Creek Prison onde Fraser cumpriu pena, ele ficou conhecido como "Lenny Lunático" devido ao seu comportamento imprevisível. Em janeiro de 1997 quando foi solto, Fraser foi morar com uma mulher doente terminal em Yeppoon, um município costeiro do sul de Mackay, depois de dizer a ela que estava sem amigos, sem dinheiro e não tinha onde viver. A mulher trocava correspondências e visitou regularmente Fraser, enquanto ele estava na prisão. A relação evoluiu para um relacionamento sexual com Fraser, que se tornou progressivamente agressivo e quando a mulher deixou a casa para ir para Brisbane fazer o tratamento de seu câncer, Fraser a seguiu e depois que ela se recusou a voltar para casa com ele, ele a estuprou na capela do hospital. A mulher morreu seis meses depois devido ao câncer. Fraser foi viver em Mount Morgan, uma cidade mineira com 3500 habitantes na Rodovia Burnett sudeste de Yeppoon e perto de Rockhampton. Não demorou muito para que os moradores notassem o estranho homem que tinha vindo a viver na pequena aldeia tranqüila. Uma mulher com deficiência se queixou à polícia que Fraser tinha a irritado enquanto ela estava andando de ônibus. Fraser era visto perambulando na cidade durante a noite e todo dia quando a escola soltava, ele estava esperando no portão da frente onde ele iria tentar iniciar uma conversa com qualquer mulher, independentemente da idade. No fim de 1998, Fraser se mudou para um apartamento em Rockhampton, com a deficiente mental Cristine Wraight, de 19 anos. No início de abril de 1999, outra mulher e sua filha de 11 anos se mudaram para o quarto de hóspedes do apartamento para ajudar a pagar o aluguel. Pouco depois a mulher saiu, acusando Fraser de assediar filha. Fraser foi expulso quando a dona da casa o pegou fazendo sexo com o cão dela no quintal. O cão morreu algumas semanas depois por ingestão de veneno para ratos. Em 22 de abril de 1999, Keyra Steinhardt de 9 anos desapareceu quando estava pegando um atalho através de um terreno baldio no seu caminho da escola para casa. Uma testemunha ocular do rapto, Lynette Kiernan, que morava em frente ao terreno baldio, disse à polícia que viu um homem pegar a menina e bater por trás na cabeça dela. A criança caiu no chão e ela não pode ver por causa da grama alta, mas viu a queda e seu agressor se mover como se fosse estuprá-la. Em seguida, o assaltante fugiu e voltou pouco depois com um carro e colocou a menina no carro e foi embora. Apavorado com aquilo, a Sra. Kiernan levou 20 minutos para conseguir criar coragem e dar um telefonema anônimo para a polícia. Mas até lá, Keyra já estava morta. Com o testemunho, foi fácil da policia apontar Fraser como culpado. Fraser foi detido pelo rapto e assassinato de Keyra Steinhardt. Demoraram duas semanas para Fraser confessar o assassinato Keyra e levar a polícia ao corpo dela. Ele tinha a abandonado numa espessa camada de grama perto do autódromo Rockhampton. Ela estava nua, com a garganta cortada e enrolada no uniforme verde da escola. Amostras de DNA extraídas do sangue e cabelos encontrados no porta-malas do carro de Fraser eram iguais as de Keyra Steinhardt. Tinham também amostras de sangue de outra mulher no na dobradiça do carro e em um papel de cigarro no porta-luvas. Em 07 de maio, Fraser foi acusado de estupro e assassinato de Keyra Steinhardt. À luz de tantas evidências, Leonard Fraser foi considerado culpado de rapto e assassinato de Keyra Steinhardt em Rockhampton em 22 de abril de 1999. Na condenação de Fraser em 09 de novembro de 2000, o Juiz Ken Mackenzie rotulou ele como um predador sexual da pior espécie. Mas esse não era o fim dele. A polícia tinhas muitas razões para acreditar que Fraser também havia matado outra estudante, Natasha Ryan, e três mulheres, Julie Turner, Bev Leggo e Sylvia Benedetti, que tinham desaparecido em Rockhampton entre setembro de 1998 e abril de 1999. Uma alegada vítima, Natasha Ryan, na época com 14 anos, desaparecida em 2 de setembro de 1998, mas acabou sendo encontrada com vida, vivendo secretamente com o seu namorado depois de estar desaparecida por cinco anos. Julie Dawn Turner, de 39 anos, tinha trabalhado com Fraser por alguns meses, em 1998, no matadouro de Rockhampton. Em 28 de dezembro de 1998, Julie saiu da casa noturna Rockhampton's Airport Liberty Nightclub nas primeiras horas da manhã em um estado de embriaguez. Aparentemente sem dinheiro, ela não tinha dinheiro suficiente para pegar um táxi para casa, então ela começou a andar. De lá, ela desapareceu. Julie tinha dito a amigos que ela iria para a casa de um cara chamado "Lenny", mas não forneceu mais detalhes. Beverly Doreen Leggo, de 36 anos, conheceu Fraser em uma pensão em Monte Morgan onde ele estava hospedado, em 1997. Ela foi visto pela última vez em 1 de Março de 1999, em uma agência bancária. Sylvia Maria Benedetti, de 19 anos, desapareceu em 17 de abril de 1999. Seis dias mais tarde, enquanto a polícia procurava o corpo de Keyra Steinhardt, que havia desaparecido no dia anterior, eles foram ao Hotel Queensland, um hotel abandonado, e fizeram uma descoberta terrível. No quarto 13 o tapete estava encharcado de sangue e havia sangue em todo o teto e nas paredes. Havia fragmentos de ossos no tapete. Em um freezer no andar de baixo a polícia encontrou um par de sapatos de mulheres submerso em água suja. Um exame forense revelou que o sangue era humano e, dada a onda de mulheres desaparecidas nos últimos meses, a polícia tinha boas razões para crer que o sangue era de Sylvia Benedetti. Eles agora acreditavam que havia um serial killer atuando. O ataque foi tão feroz que a vítima tinha perdido cerca de quatro litros de sangue, que era o que uma mulher do tamanho de Sylvia Benedetti teria em seu corpo inteiro. A polícia teve informações de que Sílvia Benedetti era conhecida de Fraser e tinha sido vista com ele na noite anterior ao desaparecimento. Testes de DNA do sangue encontrado no porta-malas do carro do Fraser combinaram com o sangue encontrado no quarto. Fraser se ofereceu para levar a policia até os restos de suas vítimas. Fraser também mentiu para colegas de prisão que tinha matado Natasha Ryan. Após mostrar os restos de suas vítimas, Fraser dizia não saber onde estava os restos de Natasha Ryan, fato que foi descoberto ser uma farsa quando ela foi encontrada com vida. A polícia encontrou muitos “troféus” de suas vítimas no seu apartamento e "rabos de cavalo" de três diferentes mulheres, os quais não foram identificados com nenhuma das suas vítimas. Em 09 de maio de 2003, Fraser foi sentenciado a três penas de prisão sem termo definido pelos assassinatos de Beverley Leggo e Sylvia Benedetti, e pelo homicídio culposo de Julie Turner na zona de Rockhampton entre 1998 e 1999. No seu julgamento, o juíz o descreveu como um predador sexual que era um perigo para a comunidade e para os companheiros de prisão. Fraser foi detido no Wolston Correctional Center e, depois de se queixar de dores toráxicas, foi levado para a seção de segurança do Princess Alexandra Hospital em Woolloongabba, onde viria a morrer aos 55 anos, de ataque cardíaco no Dia de Ano Novo de 2007.

O episódio The Predator, da série investigativa Crime Investigation Australia fala sobre Leonard Fraser.

O livro Things a Killer Would Know: The True Story of Leonard Fraser, de Paula Doneman baseia-se nesses acontecimentos.

domingo, 18 de abril de 2010

Ademar de Jesus Silva

Ademar de Jesus Silva, nascido em 1970, foi um serial killer que confessou assassinar 6 meninos. Entre os dias 30 de dezembro de 2009 e 22 de janeiro de 2010, seis jovens com idades entre 14 e 19 anos desapareceram em Luziânia, a 196 km da capital Goiânia (GO), no entorno do Distrito Federal. O caso ganhou repercussão nacional e foi investigado, além da polícia, pela CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes, da Câmara dos Deputados. O paradeiro dos jovens só foi solucionado na manhã de sábado, 10 de abril, quando o pedreiro, de 40 anos, foi preso acusado de estuprar e matar os rapazes. Ele mostrou à polícia o local onde estavam os corpos dos garotos e, em entrevista, se disse arrependido e afirmou que pensava no sofrimento dos familiares dos jovens mortos. O pedreiro também declarou que foi vítima de abusos sexuais no passado e disse que cogitou o suicídio após a repercussão das mortes. Ademar Jesus da Silva já havia sido condenado em 2005 a 10 anos e 10 meses de prisão por abusar sexualmente de dois meninos, um de 11 e outro de 13 anos, em Águas Claras e Núcleo Bandeirante, respectivamente. Um exame criminológico foi realizado em 28 de maio de 2008, quando Ademar já poderia, de acordo com a legislação, passar a cumprir a pena em regime semi-aberto. O laudo deste exame apontou a necessidade de que outros dois fossem realizados: um psiquiátrico e um psicológico. O resultado destacou, ainda, sinais de psicopatia. No entanto, como destacou o magistrado, ser psicopata não é uma doença mental, mas um distúrbio de personalidade, que não é critério que impeça de concessão de progressões. Ademar foi submetido ao exame psicológico em 11 de maio de 2009, e ao psiquiátrico, uma semana depois, em 18 de maio. Os resultados de ambos os procedimentos não apontaram nenhum indício de doença mental, assim como não destacaram a necessidade de acompanhamento psicológico posterior. Segundo o juiz Luiz Carlos de Miranda, o laudo médico atestou coerência de pensamento. Além disso, de acordo com o resultado dos exames, o acusado teria assumido a prática do crime anterior, assim como afirmou ter conhecimento da gravidade do ocorrido. Depois da realização dos exames, Ademar Jesus foi para o regime semi-aberto. No entanto, por cautela, o judiciário determinou que ele não fosse autorizado a benefícios externos de imediato, o que manteve Ademar em uma situação análoga ao regime fechado. Quando em regime semi-aberto, o preso pode trabalhar durante o dia e retornar ao dormitório à noite. O condenado pode, também, passar fins de semana na residência de parentes. Por conta disso, ressaltou o magistrado a irmã de Ademar foi ouvida e aceitou recebê-lo em sua casa. No entanto, antes, ela precisou comprovar que os filhos eram maior de idade e não residiam com ela. Somente depois disso, Ademar começou a desfrutar dos benefícios do regime em que se encontrava. Ele chegou a passar cinco fins de semana em casa antes de ser beneficiado com nova progressão. Além de ter bom comportamento quando preso, fato atestado por sete relatórios do presídio, Ademar estudou no presídio um total de 213 horas e isso lhe beneficiou com uma diminuição de 11 dias da pena. Segundo Luiz Carlos de Miranda, em 2009, ao juntar o tempo que Ademar já estava preso com os dias a menos que os estudos lhe dariam, o Ministério Público calculou que o condenado poderia ser beneficiado com o regime aberto. No entanto, os laudos dos exames psicológico e psiquiátrico demoraram a ficar prontos. Segundo o juiz, se fosse cumprir a lei friamente, em fevereiro de 2009, Ademar de Jesus estaria solto. No entanto, o benefício de progressão para o regime aberto foi concedido, apenas, em dezembro de 2009. O pedreiro deixou o presídio em 23 de dezembro e, sete dias depois, teria cometido o primeiro crime. O primeiro a desaparecer, em 30 de dezembro, foi Diego Alves Rodrigues, de 13 anos. Pouco antes das 10h, ele saiu de casa no bairro Estrela Dalva, onde mora a maioria das vítimas, para ir a uma oficina de carros, e não foi mais visto. No dia 4, no mesmo horário, foi a vez de Paulo Victor Vieira de Azevedo Lima, de 16 anos, desaparecer. George Rabelo dos Santos, de 17 anos, sumiu no dia 10. Três dias depois, foi à vez de Divino Luiz Lopes da Silva, de 16 anos, desaparecer da porta de casa depois do café da manhã. No dia 18, Flávio Augusto Fernandes dos Santos, de 14 anos, foi visitar um amigo e não voltou. O ajudante de serralheiro, Márcio Luiz de Souza Lopes, de 19 anos, saiu do trabalho para consertar a bicicleta no começo da tarde e, desde então, não mais foi visto. Descrito como uma pessoa agressiva, perturbada e com transtorno psicopatológico, Ademar admitiu que espancou até a morte os seis jovens de Luziânia. Segundo investigações da polícia, o pedreiro matou os meninos para não ter problemas com judiciais. Ademar passava despercebido pelos vizinhos porque passava a maior parte do tempo dentro de casa. Ademar de Jesus Silva usava documentos com o nome de Adimar Jesus da Silva. Ele mudou o nome porque era acusado de tentativa de homicídio na Bahia, e acabou beneficiado por alteração no registro de batismo em novo documento obtido quando se mudou para o DF. A progressão de pena não teria sido concedida, caso a Justiça soubesse do mandado de prisão contra o suspeito. Ademar possuía duas carteiras de identidade com numeração também diferente. O segundo documento foi confeccionado depois de ser decretada a prisão dele por uma tentativa de homicídio, em Serra Dourada (BA), ocorrido em 2000. A mudança no nome do pedreiro fez com que não constasse nos sistemas de buscas de antecedentes criminais e devida pregressa do acusado o mandado de prisão. Com isso, Ademar Jesus da Silva acabou beneficiado com a progressão do regime da pena. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo juiz da Vara Criminal de Serra Dourada (BA) Argemiro de Azevedo Dutra, em 17 de maio de 2000. Na cidade natal de Ademar, localizada no oeste baiano, o pedreiro e o irmão dele Manoel Messias da Silva, 48 anos, conhecido como Nequinho são acusados de ter atirado em um rival da família. A vítima, Leitinho dos Santos Oliveira, ficou 32 dias internado em hospitais de Ibotirama (BA) e da capital Salvador, mas sobreviveu e hoje vive em Brasília. No fórum de Serra Dourada, o Correio teve acesso ao longo processo, são mais de 50 páginas, sobre o crime ocorrido em 26 de março de 2000, por volta das 22h, no povoado de Riachão, a menos de 20km da entrada do município baiano. Leitinho levou um tiro de espingarda nas costas, na porta de casa. Com base em inquérito policial, o Ministério Público da cidade pediu abertura de processo contra Ademar, conhecido no município como Negão de Deraldo, e o irmão dele Manoel Messias da Silva, 48 anos, conhecido como Nequinho. Os dois acabaram indiciados por tentativa de homicídio e concurso de pessoas (termo jurídico que refere-se aos casos em que duas ou mais pessoas agem para cometer um crime). No processo, o MP destaca que a família de Negão e Nequinho era notória inimiga da família de Leitinho, havendo, inclusive, três inquéritos na delegacia da cidade envolvendo os dois grupos. Em 1998, Nequinho levou quatro tiros. As marcas das balas ainda estão pelo corpo. Na época, a principal suspeita recaiu sobre Leitinho, mas ele não chegou a ser preso. Consta do processo que, em virtude desse episódio, havia um desejo de vingança. No dia seguinte à tentativa de homicídio, Ademar sumiu. De acordo com o processo, existiam informações na cidade de que ele voltaria para se vingar de Leitinho, o que a família nega. Nenhuma das testemunhas ouvidas no inquérito indica certeza sobre a autoria do crime. O irmão de Negão envolvido no caso ficou 45 dias preso. Foi apontado como o mentor da tocaia. Sem provas que pudessem incriminá-lo, ganhou o direito de responder ao processo em liberdade. O juiz, no entanto, proibiu que ele deixasse a cidade. Voltando a Ademar, para os 11 presos que estavam na cela ao lado (Ademar estava sozinho na sua), ele disse que matou cinco vítimas em troca de R$ 5 mil a pedido do outro jovem, que também foi assassinado porque teria se recusado a pagar o valor prometido. Ele disse que o último foi o que deu mais trabalho, porque era alto e forte, e que matou ele porque ele não queria pagar os R$ 5 mil, que disse que não ia pagar nada, que ia é matar ele (o pedreiro) se ele abrisse a boca pra alguém. Aí ele ficou com raiva e matou, segundo o detento Cláudio Tomaz Costa, 26 anos, que afirma ter conversado com Ademar minutos antes de sua morte. Ademar foi encontrado morto no início da tarde de 18 de abril de 2010 na cela onde estava preso há uma semana, na Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, ele se enforcou com tiras arrancadas do forro de um colchão. O laudo conclusivo do Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia indicará que Ademar de Jesus Silva morreu por asfixia provocada por enforcamento. O médico-legista Paulo Afonso Mendes de Campos, que coordenou a necropsia, adiantou o resultado do exame ao Correio e disse não ter dúvidas de que Ademar se matou. Campos contou que o corpo do pedreiro não apresenta lesões recentes, hematomas ou qualquer sinal de que tenha sido agredido ou mesmo imobilizado. Também não há cortes nem perfurações. Os sinais são de um clássico enforcamento. O laudo final só será divulgado após o resultado dos exames de sangue e de alguns órgãos. De acordo com Campos, o sangue encontrado na camiseta branca que Ademar usava no dia em que foi encontrado morto é "normal" em casos de enforcamento. Segundo ele os vasos sanguíneos foram comprimidos, as mucosas ficaram inchadas e o sangue saiu pelo nariz e pela boca. Ainda segundo o responsável pela necropsia de Ademar, o tempo entre o momento em que ele teria se enforcado até a morte durou entre dois e quatro minutos. Primeiro, ele perdeu a consciência, depois o corpo desabou e ele morreu. Ademar foi encontrado sentado em um banco de concreto da cela, de não mais que 60cm de altura. A posição reforça o que costumam chamar de "enforcamento incompleto". Provavelmente, ele pulou do banco. Mas tem gente que se suicida sem altura, até mesmo se amarrando no trinco de uma porta. Campos disse que Ademar pesava entre 60kg e 70kg e tinha entre 1,65m e 1,70 de altura. Exames detalhados do sangue e das vísceras do corpo de Ademar indicarão se ele ingeriu bebida alcoólica, medicamentos ou qualquer outro tipo de entorpecente antes de ter sido encontrado morto. Peritos também indicarão se a tira usada por Ademar para se matar, conforme sustenta a polícia, é do mesmo material do forro do colchão de espuma que ficava na cela de 6m². A tira foi feita com três tranças. A porta da cela do assassino dos garotos de Luziânia não apresenta sinais de arrombamento. Presos de uma cela vizinha à de Ademar contaram que ouviram ele "rasgando pano" na noite anterior. O forro do colchão traz rasgos de ponta a ponta. A tira possuía cerca de 1,5m de comprimento. Precisou ser cortada em três partes para ser desenrolada do pescoço de Ademar. A perícia também dirá se foi usado algum instrumento para cortar o pano. A tira não arrebentou com o provável enforcamento de Ademar. O perito Jair Alves da Silva não estranha. Ao mostrar à reportagem os pedaços da corda, ele esticou com força as pontas e defendeu que, da forma como feita, ela seria, sim, capaz de suportar o peso de um homem do porte de Ademar. Na entrevista em que Ademar Jesus da Silva concedeu a jornalistas no dia em que foi apresentado pela polícia, 12 de abril, como assassino confesso dos adolescentes de Luziânia (GO), ele contou que já havia tentado se matar na cadeia, em Brasília, quando cumpriu pena. Um sétima ossada foi encontrada, mas não se pode afirmar que Ademar tenha algum envolvimento. Essa vítima seria Eric dos Santos, de 15 anos, que saiu de casa dia 20 de março, num sábado de manhã e nunca mais voltou. Reportagem 1
Reportagem 2

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Gary Gilmore

Gary Mark Gilmore nascido em 04 de dezembro de 1940 foi um americano criminoso e spree killer, que ganhou notoriedade internacional por exigir que a sua sentença de morte fosse cumprida após dois assassinatos que ele cometeu em Utah. Ele se tornou a primeira pessoa a ser executada nos Estados Unidos após o Supremo Tribunal Americano confirmar a nova série de estatutos da pena de morte em 1976. Gilmore foi à última pessoa a ser executada por um pelotão de fuzilamento nos Estados Unidos até John Albert Taylor ser executado em 1996. Gilmore nasceu em Waco, Texas, o segundo de quatro filhos nascidos de Frank e Bessie Gilmore. Seus pais andavam ao redor do oeste dos Estados Unidos, enquanto ele e seus irmãos cresciam, o pai deles vendia publicidade em revistas. Gilmore foi criado em uma família problemática e tinha um relacionamento terrível com seu pai. O irmão de Gary, Mikal, descreveu seu pai como um "homem cruel e irracional." A mãe dizia que Gilmore filho ilegítimo do mágico Harry Houdini, que rejeitou a sua paternidade. Mikal disse que a história da mãe não é verdade, porém, seu pai acreditava nisso. A família Gilmore foi para Portland, Oregon, em 1952. Embora Gilmore tivesse um QI de 133 e ótimos escores em testes escolares, fora habilidades artísticas, ele saiu da escola aos 14 anos. Ele fugiu de casa com um amigo para o Texas para visitar seu local de nascimento, retornando para Portland depois de vários meses. Gilmore começou a entrar em conflito com a lei ainda na adolescência, com problemas que iam desde furtos , roubo de carros até assaltos a mão armada. Com 14 anos, Gilmore começou a furtar carros com outros amigos, o que resultou em sua primeira prisão. Ele foi libertado sobre cuidados de seu pai com um aviso para não reincidir. Duas semanas depois ele estava de volta ao tribunal em outra acusação de roubo de carro. The court remanded him, at age 14, to Oregon 's MacLaren Reform School for Boys , from which he was released the following year. O juiz o mandou, aos 14 anos, para a MacLaren Reform School for Boys no Oregon, da qual ele foi libertado no ano seguinte. Ele foi enviado para a Oregon State Correctional Institution em outra acusação de roubo de carro em 1960 e foi libertado no mesmo ano. Em 1962, Gilmore foi preso e enviado à Penitenciária Estadual do Oregon por assaltos à mão armada e roubos. Ele enfrentou acusações de assalto a mão armada e roubo novamente em 1964, e foram dados 15 de prisão por reincidência. Foi concedida a liberdade condicional em 1972 para viver em uma casa de recuperação em Eugene, Oregon, durante os dias da semana, para estudar e praticar arte em uma escola comunitária . Gilmore nunca compareceu e em um mês ele foi preso e condenado por assalto à mão armada . Devido ao seu comportamento violento na prisão, ele foi transferido de Oregon para a prisão de segurança máxima federal em Marion, Illinois em 1975. Ele estava em liberdade condicional em abril de 1976 e foi para Provo, Utah, para morar com uma prima distante, chamada Brenda Nicol, que tentou ajudá-lo a encontrar trabalho. Gilmore trabalhou brevemente na loja de sapato de seu tio Vern Damico e na empresa de gesso Spencer McGrath, mas logo voltou ao seu estilo de vida anterior, roubar itens das lojas, beber e entrar em brigas. Gilmore conheceu e teve um romance com Nicole Baker, uma viúva e divorciada de 19 anos, com dois filhos, tudo começou bem, mas logo as brigas tornaram-se intensas e tensas devido ao comportamento agressivo de Gilmore e a pressão da família de Nicole para que ela rompesse seu relacionamento com ele por varias razões, incluindo a diferença de idade e o comportamento imprevisível Gilmore. Na noite de 19 de julho de 1976, Gilmore roubou e assassinou Max Jensen, um funcionário do posto de gasolina Sinclair em Orem, Utah. Na noite seguinte, ele roubou e assassinou Bennie Bushnell, um gerente de motel de Provo. Ele matou essas pessoas, mesmo elas respeitando suas exigências. Como ele usava sua pistola calibre 22 em ambos os assassinatos, ele acidentalmente deu um tiro na mão, deixando um rastro de sangue da arma na garagem onde ele deixou seu caminhão para ser reparado, pouco antes do assassinato de Bushnell. O dono da garagem, ao ver o sangue e ouvir em um rádio da polícia sobre um tiroteio no motel próximo, anotou o número da licença de Gilmore e chamou a polícia. A prima de Gilmore, Brenda, o entregou à polícia pouco tempo depois que ele ligou para ela pedindo curativos e analgésicos pelo acidente causado em sua mão. Gilmore tentou fugir de Provo, mas acabou preso. Ele foi acusado de assassinatos de Bushnell e Jensen, embora nunca o último caso tenha ido a julgamento, porque aparentemente não houve testemunhas oculares. O julgamento de assassinato de Gilmore começou no tribunal Provo em 5 de outubro. Peter Arroyo, um hóspede do motel, testemunhou que viu Gilmore no escritório de registro do motel naquela noite e que Gilmore assaltou Bushnell saqueando a caixa registradora. Depois de tomar todo o dinheiro, Gilmore ordenou Bushnell a se deitar no chão e, em seguida, disparou nele a sangue frio. A testemunha seguinte foi Gerald F. Wilkes, um técnico local do FBI e perito balística, que testemunhou que ele encontrou a cápsula de bala na cena do crime e comparou com a pistola que Gilmore havia deixado lá. Os dois advogados designados para Gilmore, Michael Craig e Esplin Snyder, surpreendentemente ao contrário do procurador Noall T. Wootton e do juiz Robert J. Bullock não falaram com a maioria das testemunhas de defesa. Gilmore queria testemunhar em seu próprio nome, mas de repente retirou o pedido no dia seguinte. Ambos os lados fizeram alegações finais. Em 7 de outubro, às 10:13, o júri retirou-se para chegar ao veredicto. Ao meio-dia, eles voltaram com um veredicto de culpado. Mais tarde naquele dia, o júri também por unanimidade, recomendou a pena de morte devido a circunstâncias especiais do crime. Na época, Utah tinha dois métodos de execução, pelotão de fuzilamento ou enforcamento, por isso o juiz Bullock permitiu a Gilmore escolher entre os dois. A resposta de Gilmore foi: "eu prefiro ser fuzilado". A execução foi marcada para segunda-feira, 15 de novembro às 08:00. Em novembro de 1976, durante uma audiência do Conselho de Perdões, Gilmore disse: "Eles sempre querem entrar em ação. Eu não acho que eles têm realmente feito nada de efetivo em suas vidas. Eu gosto de todos eles - incluindo nesse grupo de reverendos e rabinos de Salt Lake City, e todos esses bundões. Esta é a minha vida e esta é a minha morte. Foi sancionado pelos tribunais que eu devo morrer e eu aceito isso”. Em favor de Gilmore foram recebidos vários pedidos de clemência de execução, provocadas pelos esforços da American Civil Liberties Union (ACLU), o último dos quais ocorreu apenas algumas horas antes da data prevista de execução em 17 de janeiro. Esse pedido foi anulado as 7:30 na manhã do dia 17, e a execução foi autorizada a prosseguir como planejado. Durante o tempo em Gilmore esteve no corredor da morte à espera de sua execução, ele tentou o suicídio duas vezes, a primeira vez em 16 de novembro e novamente, um mês depois. Enquanto estava preso, Gilmore desenvolveu uma antipatia profunda por dois de seus companheiros de prisão os assassinos e estupradores Pierre Dale Selby e William Andrews, os "Assassinos da Hi-Fi". Os dois acabaram sendo executados pelos seus crimes em 1987 e 1992, respectivamente. Essa história será retratada aqui em breve. Gary Gilmore foi executado por um pelotão de fuzilamento em 17 de janeiro de 1977, às 08:07. Na noite anterior, Gilmore havia solicitado uma reunião durante toda a noite com amigos e familiares no refeitório da prisão. Na noite antes de sua execução, foi servida uma última refeição composta de um bife, batata, leite e café, que ele consumiu apenas o leite e café. Seu tio, Vern Damico, que participou da reunião mais tarde afirmou ter secretamente levado um pouco de Jack Daniels para Gilmore beber. Gilmore foi então levado para uma fábrica de conservas abandonada atrás da prisão, que serviu para a execução. Ele foi amarrado a uma cadeira, com uma parede de sacos de areia colocados atrás dele para absorver as balas. Cinco homens armados, da polícia local, estavam escondidos atrás de uma cortina, com cinco pequenos furos cortados para que eles colocassem as suas espingardas que foram destinadas a eles. Ao ser convidado a dizer suas últimas palavras, Gilmore respondeu simplesmente: "Vamos fazer isso!" O Reverendo Thomas Meersman, da Igreja Católica Romana capelão da prisão, fez os últimos ritos para Gilmore. Depois que o médico da penitenciária colocou em Gilmore um capuz preto, Gilmore proferiu suas últimas palavras ao padre Meersman: Dominus Vobiscum (do latim, "O Senhor esteja com você.") e Meersman disse: Et cum spiritu tuo ("E com teu espírito"). Gilmore pediu que, após sua execução, seus olhos fossem utilizados para fins de transplante. Poucas horas depois da execução, duas pessoas receberam suas córneas. A maioria de seus outros órgãos foram utilizados em transplantes. Seu corpo foi encaminhado para uma autópsia e cremado no mesmo dia. No dia seguinte, suas cinzas foram espalhadas ao longo do espaço aéreo de Spanish Fork, em Utah.
BiografiaParte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5

Os filmes Shot in the Heart e The Executioner's Song são baseados em livros que retratam esses acontecimentos.

Os livros Shot in the Heart, de Mikal Gilmore e The Executioner's Song, de Norman Mailer são baseados nesses acontecimentos.

Lemuel Smith

Lemuel Warren Smith nascido em 23 de julho de 1941 é um condenado serial killer e estuprador de Upstate New York que foi condenado primeiro por matar uma agente penitenciária feminina. Lemuel Smith nasceu em Amsterdam, New York, em uma família Afro-Americana muito religiosa. Durante sua alegação de insanidade, Smith afirmou que quando ele tinha 11 anos, ele quase sufocou uma menina de nove anos de idade até a morte. Esta alegação nunca foi comprovada, no entanto. Em 21 de janeiro de 1958, Dorothy Waterstreet foi roubada e espancada até a morte perto do bairro de Smith, em Amsterdam, Nova York. Evidências apontam para Smith, na época com 16 anos, mas o caso caiu sendo um fracasso quando o promotor tentou precipitadamente extrair uma confissão forçada e Smith acabou não sendo preso. Durante o verão seguinte, sob pressão contínua da polícia de Amsterdam, Smith mudou-se para Baltimore, Maryland, onde seqüestrou uma mulher de 25 anos e bateu nela quase até a morte. Desta vez, uma testemunha interrompeu o crime e Smith deixou uma vítima viva. Ele foi rapidamente detido e em 12 de abril de 1959, foi condenado a 20 anos de prisão por assalto. Após quase 10 anos na prisão, Smith pegou condicional em 1968 e foi para o Distrito Capital. Em 20 de maio de 1969, ele raptou e agredido sexualmente uma mulher que conseguiu escapar. Mais tarde naquele mesmo dia, ele seqüestrou e estuprou uma mulher de 46 anos, amiga de sua mãe. Após a mulher convencer Smith a deixá-la ir, ele foi preso novamente e acabou condenado de 4 a 15 anos, na Prisão de Nova York. Smith passou 17 dos 18 anos na prisão, quando uma lei foi aprovada pelo Legislativo de New York e fez dele um homem livre em 5 de outubro de 1976. Em 24 de novembro de 1976, no dia de Ação de Graças, Robert Hedderman, de 48 anos e sua secratária Margaret Byron, de 59 anos, foram encontrados brutalmente assassinados no fundo da loja religiosa de Hedderman em Albany. Fezes humanas foram encontradas na próximas da cena do crime e mais tarde se tornaram provas úteis. Lemuel Smith estava livre e trabalhava próximo da cena do crime, amostras de cabelo e sangue foram colhidas dele que nessa época já era apontado como o suspeito principal. Em 23 de dezembro de 1976, enquanto a polícia de Albany estava investigando o assassinato de casal, Joan Richburg, de 24 anos, foi estuprada, assassinada e mutilada em seu carro no Colonie Shopping Center, em Colonie. O padrão de brutalidade e as provas de cabelo feitas em Smith, o tornou principal suspeito de assassinato nesse caso também, porém ele permaneceu livre durante as investigações. Quase duas semanas depois, em 10 de janeiro de 1977, um grande homem negro tentou seduzir uma mulher de 22 anos perto de uma loja em Albany. Quando ela resistiu, ele tomou como refém a avó dela de 60 anos de idade e ameaçou matá-la. Quando a ajuda chegou, a mulher se jogou para baixo, batendo de cabeça e ficando inconsciente e ele pisou na mão dela, quebrando-a. Anos mais tarde a avó veria uma foto de Smith no jornal e o identificaria como seu agressor. Com os três inquéritos de assassinato parados, em 22 de julho de 1977, Maralie Wilson, de 30 anos, foi encontrada estrangulada e mutilada perto dos trilhos de trem no centro de Schenectady, Nova York. A horrenda mutilação post mortem era pior que a maioria dos investigadores veteranos já tinha visto. Smith was known to frequent the area and witnesses recalled Wilson being accosted by a large black man. Smith era conhecido por freqüentar a área e uma testemunha disse que Wilson foi abordada por um grande homem negro. A polícia de Schenectady fez de Smith o primeiro suspeito do assassinato. Em 19 de agosto de 1977, Marianne Maggio, 18 anos, que trabalhava na mesma área que Maralie Wilson, foi seqüestrada e estuprada por Lemuel Smith. Quando ele a forçou a dirigir para Albany, a polícia parou o carro e prendeu Smith que não reagiu. Pouco tempo depois de Smith ser posto em liberdade, um investigador olhando fotos de Maralie Wilson notou que uma marca em seu nariz podia ser uma marca de mordida. Wilson corpo foi exumado e a marca de mordida foi positivamente correspondente a marca de mordida patrão de Lemuel Smith. Ao mesmo tempo, no final de outubro de 1977, Smith foi levado pela polícia para o Bleecker Stadium, em Albany. Ele e outros quatro homens foram aleatoriamente colocados atrás de cinco telas em uma extremidade do estádio. Na outra extremidade do estádio, foi dado a um cão policial o cheiro da roupa manchada de fezes dos assassinatos na loja Hedderman onze meses antes. O cão atravessou o estádio inteiro indo diretamente em Lemuel Smith. Sem deixar o cão ver, os cinco homens foram rearranjados aleatoriamente, e o experimento foi repetido com o mesmo resultado. E isso se repetiu pela terceira vez. Em 05 de março de 1978, com a pressão da experiência cão e as marcas de mordida, Smith confessou cinco assassinatos, incluindo o assassinato de Dorothy Waterstreet quase vinte anos antes. Juntamente com sua confissão, Smith revelou segredos perturbadores sobre a vida longa de problemas mentais, incluindo a alegação de que ele sofria de desordem de personalidade múltipla. Ele atestou ser controlado pelo espírito de seu falecido irmão, John Jr., que tinha morrido de encefalite quando era criança antes de Lemuel nascer. Um psicólogo descreveu que outras personalidades além de John Jr. podiam existir dentro de Smith. Exames comprovaram que ele sofreu vários ferimentos na cabeça quando era criança e adolescente, e que tinha sofrido mais abuso mental como resultado de excesso de convicções religiosas, especialmente de seu pai. Originalmente, os advogados de Smith e os médicos acreditavam que ele não estaria apto para ser julgado. Smith foi considerado culpado de estupro no condado de Saratoga e em 9 de março de 1978, ele foi condenado de dez a vinte anos de prisão. Em 21 de julho de 1978, após quatro dias no banco dos réus em Schenectady, Smith foi considerado culpado de seqüestro e ele foi condenado a mais vinte e cinco anos de vida. Logo depois, Lemuel tentou suicídio, sem sucesso. Em Albany, Smith foi indiciado pelo duplo assassinato na loja Hedderman. Ele foi considerado culpado em 02 de fevereiro de 1979 e condenado a mais cinqüenta anos de prisão. Quando a prova da marca de mordida foi apresentada no caso do assassinato de Maralie Wilson, Smith foi acusado de seu assassinato. Ele também foi indiciado pelo assassinato de Joan Richburg, depois de confessar. Já não havia nenhuma chance dele um dia sair da prisão, os indiciamentos foram desconsiderados. Em 1981, Lemuel estava no presídio de segurança máxima Green Haven Correctional Facility. Em 15 de maio de 1981, no escritóio da Green Haven Correctional, a agente penitenciária Donna payant née Collins estava de plantão quando recebeu um telefonema e disse a seu colega de trabalho que precisava cuidar de um problema. Sua colega policial chegou ao trabalho para a troca de turno e Donna nunca chegava para efetuar a troca, centenas de oficiais revistaram a prisão durante a noite toda e na manhã seguinte. Contentores de lixo foram esvaziados em um caminhão de lixo, que dois oficiais de correção levaram até um lixão aproximadamente 30 quilômetros de distância. Quando o lixo se espalhou para fora, os agentes finalmente encontraram o corpo mutilado de Payant. Foi a primeira vez nos Estados Unidos que uma agente penitenciário do sexo feminino tinha sido morto dentro de uma prisão. Mais de cinco mil agentes participaram do funeral de Payant e o governador de Nova York, Hugh Carey oficialmente prometeu uma "resposta rápida". O mesmo examinador que observou as marcas de mordida em Maralie Wilson foi chamado para examinar as marcas de mordida no corpo do Payant. Ele reconheceu rapidamente as marcas de mordida e Lemuel Smith foi acusado de assassinar Payant em 6 de junho de 1981. A condenação mudou a acusação para uma sentença de morte obrigatória. Os advogados de Lemuel alegaram promiscuidade de Payant e de outros guardas que traficavam drogas para dentro e para fora da prisão, nenhum dos quais provou que isso era verdade. Eles não tinham como fugir à evidência da marca de mordida, porque até o testemunho do próprio perito concordou que as marcas de mordida em Payant coincidiram com as do corpo Maralie Wilson. Devido à crescente notoriedade na imprensa, Smith foi transferido para uma unidade diferente durante a fase de inquérito. O julgamento por homicídio capital finalmente começou em 20 de janeiro de 1983, mais de dezoito meses após a detenção de Smith. A defesa denunciava depoimentos de presos e de outros oficiais penitenciários com propostas e teorias da conspiração, mas, sem resposta às evidências da marca de mordida, Smith foi considerado culpado em 21 de abril de 1983. Considerado o único preso a matar durante a prisão perpétua, uma lei de Nova York na época determinou que Smith automaticamente deveria ser condenado à morte. Ele foi condenado em 10 de junho de 1983. Em 02 de julho de 1984, entretanto, um apelo por Smith que é chamado de constitucionalidade do direito em questão, foi bem sucedido em comutação a sua sentença de morte para outro termo da vida. Como punição pelo assassinato de Payant, e devido à ameaça que ele mesmo sofria na prisão, Lemuel passou os vinte anos seguintes de sua vida em isolamento, a maior e mais extensa pena desse tipo no país.

O livro Lemuel Smith and the Compulsion to Kill: The Forensic Story of a Multiple Personality Serial Killer, de Denis Foley baseia-se nesses acontecimentos.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Gilberto Chamba

Gilberto Antonio Chamba Jaramillo, nascido em 1963 em Machala , província de El Oro , Equador , Gilberto foi apelidado de "O monstro de Machala" pela brutalidade com que matava suas vítimas. Com as próprias palavras ele disse que estuprava as vítimas depois da morte e que essa era a sua satisfação pessoal. Ele se declarou culpado e disse que agia sozinho. Essas foram às únicas palavras ditas por Chamba, em 1993, após ser preso sob a acusação de estupro seguido de assassinato de oito mulheres e estupro de duas outras pessoas. De acordo com diversas publicações na época, Chamba disse à polícia cada um dos passos que tomou antes, durante e após os crimes. Ele era dono de um táxi no qual entre os anos de 1988 e 1993 andou pelas ruas de Machala, em busca de clientes. Suas vítimas seguiam um padrão: eram jovens, estudantes e andavam sozinhas. Os policiais que conseguiram capturar Chamba disseram que tinham duvidas de que ele era o verdadeiro assassino, eles tentaram confundi-lo o levando para locais distantes das cenas dos assassinatos, mas com uma frieza surpreendente, Chamba os corrigia e os levava para os locais onde ele tinha estuprado e matado as vítimas. Uma crônica do diário El Pais, da Espanha, resgatou o depoimento de Fausto Teran, um policial aposentado que participou da captura do "Monstro de Machala”. Ele disse que Chamba confessou que não praticava penetração vaginal em suas vítimas. O que ele fazia era penetrar nelas um instrumento semelhante a uma vara que ele mandou fazer. Em muitos casos a violência era tamanha que o instrumento até saía pela boca das vítimas. Entre suas dez vítimas, no Equador, duas eram menores. O testemunho de uma prostituta, uma das duas mulheres que sobreviveram a seus ataques, serviu para dar início ao procedimento criminal contra ele, que terminou com uma sentença de 16 anos de prisão. Uma sentença que apenas cumpriu sete anos, porque ele recebeu um beneficio da lei que reduziu para metade as penas dos detentos com bom comportamento e recebeu mais meio de graça por causa de um bônus da lei chamado Jubileu 2000, nesse os detentos recebiam certo perdão da lei. Em 09 de novembro de 2000, depois de cumprir sua pena e em seguida limpar sua ficha policial, um benefício que só é possível em Equador, Gilberto, que na época era casado e tinha duas filhas com sua esposa, Mariela, decidiu se mudar para Espanha. Um vôo o levou para Amsterdam e de lá ele foi para o aeroporto de Barajas, em Madrid , onde duas de suas irmãs o esperavam. Desde então, Chamba realizou diversos trabalhos que vão de alvenaria até carregador de mudanças dos vizinhos do prédio onde morava com sua família e ocasionais namoradas. Em setembro de 2004, Chamba finalmente conseguiu um emprego fixo no complexo de entretenimento de l'Illa Oci, situado perto da Faculdade de Direito na cidade de Lérida . Lá, ele não cumpria apenas a função de vigia, mas também limpava as salas de cinema. Os seis anos de paz aparente para a família de Chamba, que sofreram com a sua prisão no Equador, terminaram quando Gilberto foi preso em 1.° de dezembro de 2004, acusado estuprar e assassinar María Isabel Bascuñana, de 21 anos, uma estudante da Faculdade de Direito. Bascuñana geralmente deixava seu carro estacionado no estacionamento do cinema, pois tinha medo da escuridão. A última vez que ela foi vista com vida foi na noite de 23 de Novembro. Seus pais falaram com ela às 22h00min mais ou menos, quando ela disse que não iria comer em casa. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, a poucos quarteirões do cinema. Ela tinha um lenço amarrado no pescoço, alguns sacos de lixo tentavam esconder seu corpo e ela tinha sido brutalmente estuprada. Em seguida, surgiram várias hipóteses sobre sua morte. Uns falavam em crime passional, outros por vingança, mas seus amigos foram à chave para pegar o suposto assassino. A investigação conduzida pela polícia espanhola coletou depoimentos dos amigos de Maria Bascuñana que deram informações suficientes que eles chegassem até Chamba. Segundo os agentes, Maria havia dito aos amigos que Chamba a assediava sexualmente quando ela deixava ou pegava o carro do estacionamento do cinema. Essa versão foi complementada por outras meninas que indicaram que regularmente Chamba solicitava os respectivos números de telefone celular com a desculpa de que se algo ruim acontecesse com seus carros ele as chamaria imediatamente. No entanto, muitas delas receberam telefonemas de assédio sexual, a única explicação que encontraram é que o cuidador dos carros era o responsável. Essa hipótese foi confirmada quando os agentes encontraram o telefone celular de Maria. Depois de fazer um registro das chamadas feitas e recebidas, antes e depois do estupro e assassinato, puderam constatar que o assassino fez duas chamadas para linhas onde ofereciam sexo por telefone. As chamadas duravam entre cinco e seis minutos. Essa foi uma das pistas que levaram os agentes a ver Chamba como o principal suspeito. Além disso, os policiais alegaram em tribunal ter encontrado dentro do porta-malas do veículo de Maria, sacos de lixo que tentavam encobrir seu corpo. Estes sacos eram muito similares aos usados pelas pessoas que trabalham com limpeza de teatros e cinemas para transportar os resíduos. Imediatamente relacionaram a Chamba, sendo ele um dos assistentes de limpeza. Em um primeiro momento Chamba foi detido exclusivamente para interrogatório junto com seus colegas de trabalho, eles disseram que não notaram nada de incomum na noite do crime e que o equatoriano não saiu de seu local de trabalho. Além das versões de vizinhos e conhecidos de Chamba, todos a favor do assassino em série, diziam que ele tinha bom comportamento e era educado, que nada o ligava a um criminoso. Mas os testes de DNA realizados nos resíduos de sêmen encontrados no corpo da vítima ligaram diretamente a Chamba e fez com que a polícia formalmente pudesse acusá-lo. Chamba disse que os agentes tomaram uma amostra de sêmen de um preservativo que ele tinha usado e introduziram na vagina de Maria, criando um complô para colocar a culpa nele. Realizada a análise e os testes, a acusação rebateu o argumento e o equatoriano foi acusado e condenado a 45 anos, divididos em 20 anos por matar a jovem estudante espanhola Maria Isabel Bascuñana, outros 12 pelo dela, também foram impostos mais 13 anos por uma tentativa de estupro e assassinato de uma prostituta romena que testemunhou contra ele depois de ver suas imagens e fotos na mídia local, após sua prisão. Além destas provas, a acusação alegou a tentativa de ocultação de informações por Chamba que a princípio disse que quando abordado pela polícia ocultou seu registro criminal, no Equador e um incidente na Espanha em que ele estava relacionado à posse de armas. Ao longo do processo ficou demonstrado que o "Monstro de Machala" escondeu seu registro criminal, até que o exame das polícias da Espanha e Equador confirmou que ele era a mesma pessoa, condenado em Machala por assassinatos em série. O procurador que acusou Chamba pediu uma pena de 52 anos que foi reduzida para 45, uma decisão histórica, porque foi a primeira vez que essa sanção foi aplicada a um agressor por um crime como esse.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Anatoly Slivko

Anatoly Yelemianovich Slivko ( Анатолий Емельянович Сливко) nascido em 28 de dezembro de 1938 foi um assassino serial soviético que foi condenado pelo assassinato de sete garotos com idades entre sete e dezessete anos, nas proximidades da cidade russa de Stavropol , entre 1964 e 1985. Slivko era casado e pai de dois filhos. Em 1961, Slivko testemunhou um acidente automobilístico terrível em que um menino adolescente, que usava uniforme dos “Jovens Pioneiros” (equivalente russo dos Escoteiros) acabou morrendo. A cena o excitou sexualmente e ele sempre recordava a cena do acidente quando sentia cheiro de gasolina e fogo. Slivko rapidamente explorou sua posição de fundador do clube Chergid das crianças para reviver as fantasias do acidente: uma ou duas vezes por ano, ele formava uma estreita amizade com um menino geralmente com idade entre 13 e 17. O menino pouca idade e deveria usar o uniforme dos Jovens Pioneiras (assim como o menino no acidente de trânsito). Slivko ganharia a confiança do menino e lhe contaria de uma experiência que ele faria enquanto o jovem estivesse inconsciente, para alongar a coluna a fim de deixa o jovem mais alto, depois que o menino estivesse pronto, Slivko iria revivê-lo. Ao longo de 21 anos, ele convenceu 43 meninos a participar deste "experimento". Quando os meninos estavam inconscientes, Slivko fazia carícias, tirava fotos em que ele colocava os corpos em posições sugestivas e se masturbava. Em 36 dos casos, Slivko reviveu os meninos, e então, ele os advertia para ficarem em silêncio, recomeçar as suas vidas esquecendo de tudo e só lembrando de quanta sorte eles tinham. Em sete casos, no entanto, o comportamento de Slivko tornou-se violento. Uma vez que essas vítimas estavam inconscientes, Slivko desmembrava seus corpos, jogava gasolina sobre o tronco e membros e queimava os corpos no fogo para se lembrar do acidente que provocou a sua excitação. Ele geralmente guardava os sapatos das vítimas como uma recordação. Assim como acontecia com as suas vítimas sobreviventes, Slivko fotografava e filmava todo o processo. Slivko matou sua primeira vítima, um garoto não identificado, desabrigados, estimando ter cerca de 15 anos, em 1964. Ao ser incapaz de reviver esse menino quando estava inconsciente, Slivko desmembrou o corpo e o sepultou. Ele também destruiu o filme e as fotografias que tinha feito dessa vítima. Nine years later, on November 14, 1973 a 15-year-old boy named Aleksander Nesmeyanov disappeared in Nevinnomyssk , southern RSFSR . Nove anos depois, em 14 novembro de 1973 aos 15 anos de idade, um garoto chamado Aleksander Nesmeyanov desapareceu em Nevinnomyssk , sul da antiga União Soviética. Dois anos depois, em 11 de maio de 1975, um menino de 11 anos chamado Andrei Pogasyan também desapareceu. A mãe do menino disse à polícia que um homem vinha fazendo algumas gravações de vídeo em uma floresta próxima e que seu filho estava indo para participar, mas a polícia não fez nada para impedir isso porque sabia quem era o homem e ele já tinha ganho prêmios por alguns de seus vídeos. O nome do homem era Anatoly Slivko e ele tinha um clube para meninos chamado Chergid. No inverno de 1975, um detento afirmou que sabia onde Aleksander Nesmeyanov estava sepultado, mas a polícia vasculhou a área e não encontrou nada, comprovando que a afirmação era falsa. Cinco anos depois, em 1980, um menino de 13 anos chamado Sergei Fatsiev desapareceu, como aconteceu com Nesmeyanov e Pogasyan, ele era um membro da Chergid. A próxima vítima tinha 15 anos de idade e era chamada de Slava Khovistik, acabou sendo morta em 1982. Em 23 de julho de 1985, Slivko matou sua última vítima, um menino de 13 anos chamado Sergei Pavlov. Ele desapareceu após dizer a um vizinho que estava indo se encontrar com o líder do Chergid. Em novembro de 1985, um procurador chamado Tamara Languyeva, investigando o desaparecimento de Sergei Pavlov, teve um interesse em atividades do clube, no entanto, ela não tinha provas de que havia algo ilegal na forma de como o clube era administrado. The prosecutor interrogated many boys who had been to the club and they said they had suffered “temporary amnesia ” and that Slivko had practiced many experiments with them. O procurador interrogou muitos meninos que foram ao clube e eles disseram que tinham sofrido "amnésia temporária" e que Slivko tinha praticado muitas experiências com eles. Na sequência de uma longa investigação, Anatoly Slivko foi preso em Dezembro de 1985 e acusado de sete homicídios, sete acusações de abuso sexual e necrofilia . In January and February 1986, Slivko lead investigators to the whereabouts of the bodies of six of his victims, although he was unable to locate the body of his first victim. Em janeiro e fevereiro de 1986, Slivko levou os investigadores ao paradeiro dos corpos de seis das suas vítimas, porque ele foi incapaz de localizar o corpo de sua primeira vítima. Em 1986 ele foi condenado à morte. Ele permaneceu no corredor da morte na prisão de Novocherkassk por três anos. Em 1989, ele trabalhou com a polícia para ajudar a prender o serial killer Andrei Chikatilo, que matou 53 crianças e mulheres. Apenas algumas horas após ele ser entrevistado pela polícia, Anatoly Slivko foi executado com um tiro na cabeça.

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