terça-feira, 18 de agosto de 2009

Paul Bateson


Entre 1977 e 1978, os homossexuais de NY foram aterrorizados por uma série de "assassinatos ensacados", em que seis homens viraram vítimas mutilados e desmembrados, os seus restos embrulhados em sacos de plástico preto e despejadas no rio Hudson. Alguns dos fragmentos macabros foram parar na costa de New Jersey, outros próximos ao chão perto do World Trade Center. Polícia analisou itens encontrados de roupa e eram de uma loja em Greenwich Village, centro gay, tatuagens distintas identificaram uma das vítimas como sendo um conhecido homossexual. Faltando confirmar identidades e causa da morte em vários casos, os crimes não foram oficialmente classificados como homicídios, mas foram listados como CIPIP's - circunstâncias indeterminadas pendentes de investigação policial.
Uma possível solução para o caso surgiu com a solução de outro caso independente. Em 14 de setembro de 1977, o crítico de cinema Addison Verrill foi espancado e esfaqueado até a morte em Nova York, em seu apartamento. Apontado como assassino, Paul Bateson, um técnico de raios-X de 38 anos, confessou que conheceu Verrill em Greenwich Village, em um bar gay. Depois de ter relações sexuais no flat de Verrill, Bateson esmagou o crânio da vítima com uma frigideira, depois deu uma facada no coração de Verrill . Condenado por homicídio em 5 de março de 1979, Bateson pegou 20 anos de cadeia.
Enquanto estava na prisão, aguardando julgamento, Paul Bateson costumava zombar dizendo que gostava de matar outros homens "para se divertir," desmembrando seus corpos, e largando os sacos no rio Hudson. Os policiais não tinham dúvida da culpa de Bateson, mas ele nunca foi acusado por falta de provas. Os assassinatos continuam sem solução. Bateson recentemente saiu da cadeia.
O filme Cruising baseia-se nesses acontecimentos.

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